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Accessible Architecture and Design Business Guide

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Custo Brasil em Certificação de Conformidade Acessível – Retrabalho Manual

LOGIC (Bronze): Retrabalho estimado: 40–80 horas/mês × R$ 150–R$ 300/hora = R$ 6.000–R$ 24.000/mês de custo não-recuperável; Overhead de conformidade contínua: +15–25% em sprints de desenvolvimento; Multas por falhas de remediação (não detectadas antes de lançamento): R$ 5.000–R$ 50.000 por incidente[1]

Profissionais brasileiros na arquitetura de design acessível enfrentam 'practical challenges' em compliance[1]. Testes WCAG 2.0/2.1 e validação NBR 17225 demandam expertise escassa; cada ciclo de remediação requer 40–100+ horas de trabalho manual (navegação com deficiência simulada, auditoria de código, documentação para cliente)[1][2]. Ausência de processos sistematizados causa repeat work quando clientes fazem mudanças de conteúdo ou requisitos evoluem.

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Multas por Não Conformidade com Lei 13.146/2015 – Acessibilidade Digital

LOGIC (Bronze): Multa mínima estimada: R$ 5.000–R$ 50.000 (baseada em regimes de multa similares em LATAM); Horas de remediação: 40–160 horas por website não-conforme (testes WCAG, correções, documentação); Custos processuais: R$ 10.000–R$ 100.000+ por disputa legal[1]

A Lei 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) e decretos federais associados mandatam acessibilidade digital universal em websites, apps, e conteúdo ICT para setor público e privado[1][4]. Não-conformidade resulta em ações judiciais e sanções[1]. Embora multas específicas não sejam mencionadas nos resultados, a lei menciona 'fines and legal actions'[1]. Padrões técnicos (NBR 17225, alinhados com WCAG[4]) exigem conformidade AA ou AAA[2], aumentando complexidade. Falta de conhecimento adequado sobre acessibilidade entre profissionais de design causa falhas[1].

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Perda de Clientes por Falta de Certificação Acessível ou Atraso de Conformidade

LOGIC (Bronze): Ciclo de venda perdido por falta de certificação: R$ 50.000–R$ 500.000 por projeto (baseado em escopo típico de website governamental em Brasil); Delays de 3–6 meses em conformidade = perda de clientes que exigem entrega rápida; Taxa de churn estimada: 10–20% de prospectos rejeitados por falta de certificação

Lei 13.146/2015 exige que websites governamentais (federal, estadual, municipal) e empresas de grande porte sejam acessíveis[1][4]. Governo brasileiro exigiu conformidade dentro de '12 meses' a partir de 2004 (Decreto 5.296)[3]. Clientes públicos e privados agora exigem prova de compliance (WCAG AA ou certificação NBR) antes de assinar contrato. Agências sem este histórico sofrem rejeição em RFP/licitação pública.

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Penalidades por Falha em Verificação de Acessibilidade Digital

Multas judiciais e reputacionais (estimado R$50.000+ por ação, baseado em riscos LGPD semelhantes 2% receita até R$50mi)[2][5][7]

Architecture firms hosting permit-related digital platforms or client portals risk penalties for non-accessible websites, as mandated by inclusion law covering all hosted sites in Brazil.

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