Unfair Gaps🇧🇷 Brazil

Home Health Care Services Business Guide

46Documented Cases
Evidence-Backed

Get Solutions, Not Just Problems

We documented 46 challenges in Home Health Care Services. Now get the actionable solutions — vendor recommendations, process fixes, and cost-saving strategies that actually work.

We'll create a custom report for your industry within 48 hours

All 46 cases with evidence
Actionable solutions
Delivered in 24-48h
Want Solutions NOW?

Skip the wait — get instant access

  • All 46 documented pains
  • Business solutions for each pain
  • Where to find first clients
  • Pricing & launch costs
Get Solutions Report— $39

All 46 Documented Cases

Atraso no recebimento por divergências entre EVV e contas médicas

Quantified: R$ 2.000–R$ 6.000/mês (R$ 24.000–R$ 72.000/ano) em custo financeiro de capital de giro, para um faturamento de ~R$ 1.000.000/mês com 20–30% das contas atrasadas 15–30 dias por divergências EVV.

Nos modelos baseados em EVV, o pagamento do serviço domiciliar depende da confirmação eletrônica da visita com dados mínimos obrigatórios, que passam a ser auditados pelos pagadores.[1][2][4] Quando o registro de EVV (horário, duração, profissional) não bate com a conta médica enviada, a conta entra em análise manual, com solicitações de ajustes e reenvios. Essa reconciliação manual consome tempo da equipe administrativa e do setor de faturamento e atrasa o pagamento. Em cenários observados em mercados com EVV obrigatório, a necessidade de correções aumenta o tempo de processamento das faturas e gera acúmulo em contas a receber.[1][2] Se um prestador brasileiro em home care fatura R$ 1.000.000/mês e 20–30% desse valor fica em pendência adicional de 15–30 dias devido a divergências EVV, há imobilização de R$ 200.000–R$ 300.000 de capital de giro. Considerando custo de capital de 1–2% ao mês, o custo financeiro direto dessa imobilização é de R$ 2.000–R$ 6.000/mês (R$ 24.000–R$ 72.000/ano).

VerifiedDetails

Atraso no recebimento por demora na elaboração e atualização do plano de cuidados exigido para autorização de home care

Quantified (lógica): atraso de 3–5 dias de autorização por ciclo, em diárias de R$400–R$1.200, gera R$1.200–R$6.000 de receita atrasada por paciente/ano; em 10 pacientes, R$12.000–R$60.000/ano de time-to-cash drag causado por documentação manual do plano de cuidados.

A regulamentação da atenção domiciliar no SUS enfatiza a necessidade de avaliação detalhada, plano assistencial e acompanhamento contínuo, com documentação formal.[6][9] A RN 465/2021 da ANS exige que a internação domiciliar oferecida em substituição à hospitalar atenda às exigências da ANVISA e às coberturas equivalentes à internação hospitalar, o que, na prática, leva operadoras a pedir relatórios médicos e planos de cuidados completos para autorizar e manter o serviço.[1] Em muitos serviços, o fluxo é: médico faz avaliação, enfermeiro organiza o plano, equipe administrativa monta dossiê para operadora, que então analisa e libera a autorização. Cada iteração manual (ajustes solicitados pela operadora, correções de campos, anexação de documentos faltantes) pode somar dias sem autorização formal. Em contratos em que a diária de home care é remunerada somente a partir da autorização, cada dia de atraso representa perda de R$400–R$1.200 em receita por paciente; atrasos de 3–5 dias por nova autorização ou renovação, ocorrendo 2–3 vezes ao ano por paciente elegível, geram facilmente de R$2.400 a R$18.000/ano em receita postergada ou perdida em uma carteira pequena de 10 pacientes de alta complexidade (estimativa lógica com base em diárias típicas).

VerifiedDetails

Risco de fraude e abuso em visitas domiciliares sem EVV robusto

Quantified: R$ 200.000–R$ 500.000/ano em devoluções, glosas retroativas e multas contratuais potenciais (2–5% de um faturamento de R$ 10 milhões/ano) associados a suspeita de fraude/abuso em visitas sem EVV robusto.

Um dos principais objetivos do EVV descritos em guias internacionais é reduzir fraude em serviços domiciliares, garantindo que o profissional realmente esteve no local, na data e horário informados.[1][2][4] A falta de EVV ou o uso de sistemas frágeis (sem geolocalização, sem trilha de alteração de registros) facilita práticas como "ghost visits" (visitas não realizadas), extensão artificial de tempo e compartilhamento de acessos entre profissionais. Quando auditorias identificam padrões suspeitos com base em dados de EVV ou comparações amostrais, pagadores podem exigir devolução de valores pagos, aplicar multas contratuais e até rescindir contratos. Em mercados com forte fiscalização, fraudes e abuso em home care são estimados em alguns pontos percentuais do gasto total.[1][2] Aplicando uma estimativa conservadora de 2–5% de potenciais cobranças de devolução e glosas retroativas sobre um faturamento anual de R$ 10 milhões em home care, o passivo potencial varia de R$ 200.000 a R$ 500.000/ano.

VerifiedDetails

Reinternações e complicações por falhas no plano de cuidados domiciliares aumentando custos assistenciais

Quantified (lógica): cada reinternação hospitalar evitável por falha de plano de cuidados pode acrescentar R$1.000–R$4.000 em custos de diárias hospitalares e transporte, além de perda de 5–10 dias de faturamento de home care (R$2.000–R$12.000 de receita potencial não auferida), por paciente/episódio.

As diretrizes oficiais de atenção domiciliar definem que a AD visa reduzir internações prolongadas, prevenir complicações e garantir continuidade do cuidado no domicílio.[2][6][9] Documentos do Ministério da Saúde destacam a importância de avaliação inicial completa do paciente e ambiente, identificação de riscos (quedas, lesões por pressão) e planejamento de cuidados para minimizar intercorrências clínicas e reinternações.[3][9] Quando o plano é inadequado (por exemplo, número insuficiente de visitas de enfermagem, falta de orientação estruturada ao cuidador, prescrição de curativos ou monitorização abaixo do necessário), o paciente pode piorar clinicamente e necessitar de nova internação hospitalar, o que representa custo maior para o sistema (hospital + transporte) do que manter cuidado domiciliar bem ajustado. Estudos e manuais de home care apontam que a AD bem planejada reduz internações desnecessárias e intercorrências; logo, falhas nesse planejamento implicam o oposto, com custos adicionais (lógica a partir dos objetivos e evidências de eficiência do programa Melhor em Casa).[2][3][9]

VerifiedDetails