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Sinistros de E&O por falha de documentação técnica do risco

Quantified (LOGIC): condenações típicas de R$ 100.000 a R$ 500.000 por processo para corretores de varejo; em riscos corporativos/grandes riscos, exposição potencial por caso acima de R$ 1.000.000, com 1–3 casos relevantes/ano em grandes brokers.

Diversas decisões judiciais no Brasil responsabilizam corretores de seguros por falhas na orientação e na documentação do risco, obrigando-os a indenizar segurados quando a seguradora nega cobertura alegando omissão ou divergência de informações. Nestes casos, o Judiciário frequentemente entende que o corretor tem dever de informação e de guarda de elementos que provem que o segurado foi corretamente questionado e informado. A ausência de dossiê organizado (questionário de risco assinado, comprovação de envio de informações à seguradora, registros de alterações de coberturas) faz com que o corretor não consiga se defender, resultando em condenações que variam de dezenas a centenas de milhares de reais por sinistro. Em seguros de grandes riscos, frequentemente discutidos em eventos como a Expo ABGR, os valores em disputa podem ser de milhões de reais, o que eleva a exposição dos corretores e estruturas de brokerage que não possuem processo robusto de documentação de E&O.[4][6]

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Perda de clientes e comissões por falhas na documentação de exposição de E&O

Quantified (LOGIC): churn estimado de 5–10% da carteira de E&O e RC profissional por falhas de documentação; em uma corretora que intermedia R$ 10 milhões/ano em prêmios desses ramos (com comissão média de 20%), isso representa R$ 100.000 a R$ 200.000/ano em comissões perdidas.

No mercado brasileiro de grandes riscos e seguros de responsabilidade civil profissional, a qualificação e documentação do risco é pré-condição para aceitação por seguradoras e resseguradoras. Eventos como a Expo ABGR reúnem seguradoras globais, brokers e especialistas justamente para discutir práticas de gestão de riscos corporativos de alta complexidade, nas quais a documentação é elemento crítico para subscrição e renovação.[2][4] Quando o corretor não estrutura adequadamente dossiês de exposição (histórico de sinistros, contratos do cliente, políticas internas, organograma, controles de qualidade etc.), cotações atrasam semanas, condições são oferecidas com prêmios maiores ou limites menores, ou simplesmente não são emitidas a tempo da renovação. Clientes corporativos com forte pressão de continuidade de cobertura tendem a migrar para corretores com maior capacidade técnica e de documentação. A perda típica de comissões em um único contrato de E&O corporativo pode ser de dezenas de milhares de reais/ano, rombo que se repete em vários clientes da carteira.

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Retrabalho e horas extras na reconstrução de dossiês de E&O

Quantified (LOGIC): 40–80 horas de trabalho por sinistro complexo para reconstrução documental (técnico, jurídico, comercial), a R$ 150/hora média entre diferentes níveis → R$ 6.000 a R$ 12.000 por sinistro; em 20 sinistros complexos/ano, de R$ 120.000 a R$ 240.000/ano em custo de pessoal adicional.

O segmento de grandes riscos e seguros corporativos brasileiro, representado em grande parte pela comunidade da ABGR, trabalha com programas de seguros complexos, que exigem intensa documentação técnica e contratual.[1][4] Em sinistros de responsabilidade civil e E&O, seguradoras e resseguradoras solicitam extensa comprovação de informações prestadas ao segurado e à seguradora ao longo de vários anos de vigência. Quando não há processo de documentação estruturado, corretoras e áreas de risco de grandes empresas são obrigadas a "caçar" informações em múltiplas fontes (e-mails antigos, arquivos locais, sistemas legados), mobilizando equipes técnicas, comerciais e jurídicas. Considerando que eventos como a Expo ABGR reúnem empresas que lidam com riscos de energia, infraestrutura, aeronáutico, cascos marítimos e transporte – todos com sinistros de alta complexidade e longa regulação – o esforço de reconstrução de dossiês é significativo.[2][4] Esse trabalho se traduz em horas extras, uso intensivo de consultorias e tempo de executivos seniores, gerando custo direto e oportunidade perdida.

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Retrabalho e perda de capacidade na cotação manual multisseguradora

Estimado em 20–40 horas/mês de retrabalho por produtor, equivalentes a R$ 1.000–R$ 2.000/mês em custo de mão de obra direta (considerando R$ 50/h) e R$ 5.000–R$ 15.000/mês em comissões potenciais não capturadas para uma equipe de 5 produtores; em corretoras médias, o impacto anual pode superar R$ 200.000 em oportunidade perdida.

Embora não exista um dispositivo legal específico sobre eficiência de cotação, a combinação de alta complexidade de produtos, múltiplas seguradoras e exigências de informação de risco leva corretores e agências a operarem com processos fragmentados. Cada seguradora possui portais com campos e questionários próprios, o que faz com que o mesmo conjunto de dados do cliente precise ser inserido várias vezes. Na prática brasileira, produtores e backoffice dedicam boa parte do tempo replicando informações em diferentes sistemas, corrigindo erros de digitação que geram recusa de proposta ou reprecificação e ajustando cotações após interpretações divergentes de regras de subscrição.[5][6][7] Com base em benchmarks operacionais do setor de serviços financeiros com processos similares (entrada manual em múltiplos sistemas) e relatos setoriais, é razoável estimar que um corretor gaste de 1 a 2 horas extras por dia em retrabalho de cotação e comparação para carteiras mais complexas, acumulando de 20 a 40 horas por mês de capacidade improdutiva. Se esse tempo fosse redirecionado para atendimento de novos leads ou cross‑sell, e considerando uma comissão média líquida de R$ 250–R$ 400 por apólice emitida em linhas massificadas e PMEs, a perda de capacidade em uma pequena equipe de 5 produtores pode representar entre R$ 5.000 e R$ 15.000 por mês em comissões não realizadas, além de oportunidade perdida de relacionamento com clientes. Em operações maiores, com dezenas de produtores, o montante anualizado de capacidade perdida pode facilmente ultrapassar centenas de milhares de reais. Esse é um vazamento lógico e recorrente, enraizado na ausência de integração entre sistemas de corretoras e seguradoras e na falta de motores de comparação automatizados com reaproveitamento de dados de cadastro.

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