🇧🇷Brazil

Procedimentos de óptica e exames complementares não faturados ou subfaturados

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Definition

No fluxo de atendimento, o médico ou optometrista solicita exames (ex.: tonometria, Campimetria, mapeamento de retina) e adaptações de lentes de contato que muitas vezes não são corretamente traduzidos em itens de cobrança na guia TISS ou nota fiscal. Parte desses serviços é incluída apenas na ficha clínica, mas não chega ao faturamento, especialmente quando o lançamento é feito depois por outro funcionário. Estudos de gestão em saúde suplementar mostram perdas recorrentes de 3–5% da produção por falhas de captura de procedimentos, o que em uma clínica com R$ 300.000/mês de produção oftalmológica pode significar R$ 9.000–R$ 15.000/mês de receita não emitida.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: 2–7% da produção mensal em procedimentos complementares e taxas de adaptação não lançados, algo como R$ 5.000–R$ 20.000/mês em clínicas médias; 10–20 horas/mês em conferências manuais de prontuários para tentar recuperar itens esquecidos.
  • Frequency: Contínuo, em todo ciclo de atendimento onde o registro clínico e o faturamento não são integrados.
  • Root Cause: Desconexão entre prontuário eletrônico e módulo de faturamento, desconhecimento da tabela TUSS para procedimentos oftalmológicos, ausência de checklists de faturamento por tipo de consulta, pressa na recepção e equipe de faturamento enxuta.

Why This Matters

The Pitch: Consultórios de oftalmologia e ópticas médicas no Brasil 🇧🇷 deixam de faturar de 2% a 7% da receita potencial em exames, taxas de adaptação e materiais ópticos. Automação da captura de procedimentos a partir do prontuário e da tabela TUSS recupera receita sem aumentar volume de pacientes.

Affected Stakeholders

Oftalmologistas, Optometristas, Gestores de clínicas de olhos, Responsáveis pelo faturamento, Contadores

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Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Glosas e negativas de reembolso por erro na documentação

Quantified: glosas e perdas definitivas entre 3–8% do faturamento de convênios, tipicamente R$ 5.000–R$ 15.000/mês (R$ 60.000–R$ 180.000/ano) em clínicas de médio porte; 30–60 horas/mês de equipe para retrabalho de contas.

Atrasos de pagamento por incompatibilidade TISS e pendências cadastrais

Quantified: imobilização adicional de 1 ciclo de faturamento (R$ 200.000–R$ 500.000) quando PMR sobe de 30 para 60 dias, com custo de capital de ~R$ 3.000–R$ 8.000/mês; 20–40 horas/mês de time refazendo e retransmitindo lotes.

Multas por descumprimento de obrigações acessórias (NF-e, SPED, eSocial) ligadas ao faturamento de procedimentos oftalmológicos

Quantified: multas de 20–50% do ICMS/ISS devido sobre períodos fiscalizados (tipicamente R$ 50.000–R$ 300.000 em autuações de médio porte) mais 1–2% do faturamento anual em custos de consultoria/defesa; risco recorrente anual.

Retrabalho de sinistros e reenvio de documentação por falhas de qualidade no atendimento às exigências das operadoras

Quantified: 40–120 horas/mês de equipe administrativa (equivalente a R$ 2.000–R$ 8.000/mês em folha) dedicadas a retrabalhos de sinistros e perda de 1–3% do valor de procedimentos de alto custo não reembolsados, podendo chegar a R$ 10.000–R$ 30.000/ano em clínicas de médio porte.

Perda de pacientes particulares e de convênio por dificuldade no processo de reembolso

Quantified: perda estimada de 5–15% da receita potencial por paciente em modelos baseados em reembolso, equivalente a R$ 8.000–R$ 25.000/mês (R$ 100.000–R$ 300.000/ano) em clínicas voltadas a público de planos premium nas grandes capitais.

Erros de Precificação e Etiquetagem

R$50-R$200 por venda errada; 5-10% de margem perdida

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