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Physical, Occupational and Speech Therapists Business Guide

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Baixa produtividade clínica por preenchimento manual da avaliação inicial e plano terapêutico

Quantified (LOGIC): 14–22 horas/mês por profissional; em 5 profissionais, perda de ~75 horas/mês de capacidade, equivalente a ~R$ 6.000–R$ 9.000/mês (R$ 72.000–R$ 108.000/ano) de receita potencial não capturada.

Guias e modelos de ficha de avaliação fisioterapêutica mostram um grande volume de campos a serem preenchidos na primeira consulta: identificação, queixa principal, histórico clínico, exames complementares, avaliação física detalhada, objetivos e plano terapêutico.[1][5][7][10] Em muitos serviços, esse preenchimento é feito em papel ou em documentos genéricos (Word/PDF), exigindo escrita ou digitação completa a cada novo paciente. LOGIC: se um profissional realiza em média 2 avaliações iniciais por dia, gastando 20–30 minutos extras apenas no registro manual, isso soma 40–60 minutos/dia. Em 22 dias úteis, são 14h–22h/mês por profissional. Considerando que uma sessão de terapia gera cerca de R$ 80–R$ 120 de receita, a perda de capacidade de 15 horas/mês equivale a 15 atendimentos não realizados (~R$ 1.200–R$ 1.800/mês por profissional). Em uma clínica com 5 terapeutas, isso representa R$ 6.000–R$ 9.000/mês (R$ 72.000–R$ 108.000/ano) em receita potencial perdida.

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Perda de faturamento por ausência ou falha na documentação inicial exigida pelos planos de saúde

Quantified (LOGIC): 5% a 10% do faturamento em terapias — ex.: em R$ 200.000/mês, perda de R$ 10.000 a R$ 20.000/mês em glosas relacionadas a prontuário (R$ 120.000 a R$ 240.000/ano).

Operadoras de saúde no Brasil exigem prontuário legível e completo (anamnese, avaliação, evolução e plano terapêutico) para autorizar e auditar pagamentos de sessões de fisioterapia, TO e fonoaudiologia.[1][6] Quando a ficha de avaliação inicial não contém todos os campos obrigatórios, está ilegível ou o plano de tratamento não está claramente vinculado ao diagnóstico e ao CID, as guias enviadas (TISS) sofrem glosa total ou parcial. Relatos de mercado e consultorias de gestão em saúde apontam glosas assistenciais entre 5% e 10% do faturamento em serviços de reabilitação, muitas ligadas à inconsistência entre prontuário e cobrança. LOGIC: numa clínica com faturamento de R$ 200.000/mês em terapias, uma taxa conservadora de 5% de glosa evitável por falha documental representa R$ 10.000/mês (R$ 120.000/ano) em receita perdida. A raiz está na elaboração manual de fichas em papel ou planilhas não padronizadas, ausência de campos obrigatórios e falta de vínculo automático entre avaliação, plano de cuidados e guia de faturamento.

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Perda de receita por uso de códigos estrangeiros (CPT) fora da TUSS/RNPF

Quantified (lógico): se a clínica realiza 400 sessões/mês a R$ 80 (referencial mínimo próximo para atendimentos ambulatoriais em tabelas públicas/privadas)[2][3][5], e 10% são glosadas por uso de código CPT não reconhecido, a perda direta é de 40 sessões x R$ 80 = R$ 3.200/mês, ou cerca de R$ 38.000/ano.

A Resolução COFFITO nº 367/2009 institui o Referencial Nacional de Procedimentos Fisioterapêuticos (RNPF) como instrumento básico para caracterização do trabalho do fisioterapeuta, com índices mínimos de remuneração, servindo de parâmetro econômico e deontológico para o Sistema de Saúde Brasileiro.[2] Planos públicos e privados, como tabelas de convênios da administração pública (PF-Saúde, STJ, etc.), utilizam tabelas próprias alinhadas a códigos nacionais (TUSS/RNPF) para autorizar e pagar sessões de fisioterapia, limitando número de sessões e valores por procedimento.[2][3][5] Clínicas que copiam práticas americanas e usam códigos CPT (97010, 97161, 97530 etc.) em seus sistemas de prontuário e faturamento, sem devida conversão para TUSS/RNPF, tendem a sofrer glosas sistemáticas: a sessão é realizada, mas o convênio rejeita a cobrança por código inválido, resultando em perda integral da receita daquela sessão. Como o RNPF estabelece índices mínimos de remuneração por código brasileiro (ex.: plantão em UTI, atendimento domiciliar, níveis de complexidade), qualquer sessão lançada fora da referência oficial deixa de ser monetizada.[2] Em clínicas com 300–600 atendimentos/mês, a perda por 5–15% de glosa silenciosa por código incorreto pode alcançar milhares de reais mensais.

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Abandono de tratamento por experiências iniciais demoradas e repetitivas na avaliação

Quantified (LOGIC): ~R$ 1.350 de receita potencial perdida por paciente que abandona após 5 de 20 sessões; em 50 novos pacientes/mês com 15% de abandono, perda de ~R$ 9.000–R$ 11.000/mês (R$ 108.000–R$ 132.000/ano).

Guias de anamnese e avaliação em fisioterapia mostram que a coleta de dados inclui múltiplos blocos (identificação, queixa, histórico familiar, estilo de vida, exame físico, objetivos, etc.), gerando questionários longos.[1][2][3][5][7] Quando todo esse processo é feito presencialmente, com repetição de dados em diferentes formulários, a etapa inicial torna-se cansativa. Muitos serviços relatam dificuldade de adesão: pacientes iniciam e não completam o número de sessões planejado. LOGIC: se um plano terapêutico médio prevê 20 sessões e, por atrito inicial, 15% dos pacientes interrompem após 5 sessões, a clínica perde 15 sessões potenciais por paciente nesse grupo. Com valor médio de R$ 90 por sessão, são R$ 1.350 por paciente em receita não realizada. Em 50 novos pacientes/mês, se 15% (7–8 pacientes) abandonam precocemente, a perda mensal chega a cerca de R$ 9.000–R$ 11.000 (R$ 108.000–R$ 132.000/ano).

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