Physicians Business Guide
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All 45 Documented Cases
Atraso no Recebimento por Controle Manual de Amostras
30-60 days extra DSO; 1-2% monthly opportunity cost on R$ 100k ARSystems highlight tracking from collection to result release as key to avoid idle delays affecting billing[1][2][3].
Sanções de LGPD por tratamento irregular de dados em dossiês de credenciamento
Quantificado (hard/logical): Multas de LGPD podem chegar a até 2% do faturamento no Brasil por infração, limitadas a R$ 50.000.000 por violação; caso reportado de setor hospitalar totalizando R$ 12.000.000 em multas para 15 instituições.[1][4]Dossiês de credenciamento de médicos concentram grande volume de dados pessoais (CPF, RG, endereço, dados bancários) e, em muitos casos, informações sensíveis e de relacionamento com indústria farmacêutica e de dispositivos, que são objeto de regras de transparência do CFM e leis estaduais.[3] A LGPD prevê sanções de até 2% do faturamento da empresa no Brasil, limitadas a R$ 50 milhões por infração, além de multas diárias e outras penalidades.[1][4] Entre 2023 e 2025, a ANPD aplicou cerca de R$ 98 milhões em multas, com o setor de saúde entre os mais visados.[1] Um caso citado de auditoria no setor hospitalar apontou 40% dos hospitais sem plano de resposta a incidentes ou criptografia adequada, gerando R$ 12 milhões em multas para 15 instituições.[1] Em muitos prestadores, os documentos de credenciamento ficam espalhados em e-mails, planilhas e pastas compartilhadas, sem política clara de retenção, controle de acesso ou registro de consentimento, aumentando o risco de vazamento ou tratamento sem base jurídica. Processos de credenciamento que também lidam com divulgação de relações com a indústria (conforme regras CFM) somam obrigações de transparência com risco de conflito com LGPD se feitos sem adequada governança de dados.[3]
Atrasos em Repasses Médicos e Inadimplência em Planos de Pagamento
40+ days average delay in repasses; 5-15% revenue leakage from inadimplência[1][9][10]Patient collections involve waiting for operator processing (hiato) and managing parcelamentos, resulting in prolonged cash cycles and unbilled services.
Perda de receitas por prescrições recusadas ou não dispensadas em fluxo eletrônico
Quantified (LOGIC): R$60.000–R$90.000/ano por clínica de médio porte em reconsultas não cobradas e perda de pacientes devido a prescrições eletrônicas recusadas ou inválidas (assumindo 1.000 consultas/mês, 2–3% de erro crítico de prescrição e ticket médio de R$250).A digitalização da prescrição, acelerada por Lei 14.063/2020 e normas de ANVISA para receitas eletrônicas, trouxe exigências técnicas (dados obrigatórios, certificação ICP‑Brasil, formato adequado, rastreabilidade) para que a receita seja aceita em farmácias.[1][3] Na prática, erros de preenchimento, falhas de assinatura digital ou campos obrigatórios ausentes fazem com que prescrições eletrônicas sejam recusadas na farmácia, especialmente para controlados e antimicrobianos. Embora as fontes não quantifiquem diretamente a perda financeira, a lógica operacional é clara: uma receita inválida leva o paciente a retornar à clínica para nova emissão, muitas vezes sem nova cobrança (reconsulta cortesia para corrigir erro), ou a abandonar o tratamento/buscar outro médico. LOGIC: em um consultório ou clínica com 1.000 consultas/mês, se 2–3% das prescrições tiverem erros impeditivos de dispensação e metade destes casos resultarem em reconsulta não faturada (ticket médio R$250) ou perda de follow‑up, a perda provável situa‑se em R$5.000–R$7.500/mês (R$60.000–R$90.000/ano) apenas em receita médica direta, sem contar exames e procedimentos associados perdidos.