🇧🇷Brazil

Rotas ineficientes e duplicadas em passeios e transporte compartilhado

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Definition

Iniciativas públicas como o Sistema Transcolar Rural em Goiás, com rastreamento via GPS, foram justificadas exatamente para utilizar melhor os recursos destinados ao transporte escolar e evitar acúmulo de gastos sobre a mesma linha, exigindo convergência de dados entre estado e municípios.[2] O governo destaca que o monitoramento de rotas e quilometragem busca reduzir custos e otimizar a frota.[2] De forma semelhante, o SETE, desenvolvido em parceria FNDE–UFG, inclui módulo de roteirização para identificar obstáculos, aprimorar seleção de rotas e apontar valores de referência para licitações, reconhecendo que a falta de dados estruturados gera desperdício na contratação de transporte escolar.[1][4][5] Quando pedidos de passeios não passam pelo mesmo motor de roteirização, é comum alocar ônibus de forma redundante (dois veículos fazendo percursos quase idênticos, rotas com grande número de quilômetros rodados sem alunos, retorno vazio desnecessário). Em programas estaduais, valores globais como R$ 695 milhões em repasses para transporte escolar em poucos anos em Goiás evidenciam a escala do gasto e por que o governo afirma que a nova tecnologia visa “reduzir gastos”.[2] Pequenas ineficiências (2–3% de quilometragem excedente por rotas mal planejadas em passeios e saídas especiais) convertem-se em R$ 100.000–R$ 400.000/ano em sobrecustos de combustível, pneus, manutenção e horas extras para sistemas de porte estadual ou para grandes prestadores terceirizados.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: sobrecusto típico de 2–3% do orçamento anual de transporte aplicado em quilometragem ociosa e rotas duplicadas em passeios e viagens especiais, equivalente a aproximadamente R$ 100.000–R$ 400.000/ano em redes que movimentam R$ 10–20 milhões/ano em transporte escolar; em contratos municipais médios, R$ 20.000–R$ 60.000/ano.
  • Frequency: Contínuo, com picos em momentos de calendário com maior número de passeios, campanhas educativas e eventos inter-escolares.
  • Root Cause: Ausência de uso sistemático de ferramentas como SETE ou Transcolar Rural para todas as viagens, incluindo passeios; falta de integração entre planejamento pedagógico (agenda de saídas) e planejamento logístico; decisões manuais de alocação de ônibus tomadas sem dados consolidados de rotas existentes; falta de visibilidade em tempo real da ocupação da frota e sobreposição de linhas entre estado e município.

Why This Matters

The Pitch: Operadores de transporte escolar e órgãos públicos no Brasil 🇧🇷 gastam R$ 100.000–R$ 400.000/ano em combustível, manutenção e horas extras desnecessárias por falta de roteirização integrada de passeios e viagens extras. Automação do fluxo de solicitação/aprovação com cálculo automático de rotas reduz esse custo.

Affected Stakeholders

Secretário de Educação estadual e municipal, Gestor de transporte escolar, Coordenador de frota, Planejador de logística de excursões escolares, Empresas terceirizadas de ônibus escolar

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Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

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