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Reprocesso caro de homologação ANATEL por perda de prazo de renovação

Quantificado (misto hard/logic): taxa administrativa padrão em torno de R$ 200 por dispositivo na renovação ordinária, mais R$ 2.000–R$ 10.000 em média por modelo em serviços de OCD, ensaios laboratoriais e logística.[1] Quando há perda do prazo e necessidade de recertificação completa, o custo total por modelo pode chegar a R$ 20.000–R$ 60.000, considerando repetição integral de testes, gestão de projeto e atrasos de 6–10 semanas no time-to-market.[1] Em um portfólio de 10–20 modelos de CPEs, ONTs, femtocells e rádios, falhas de renovação em apenas 3–4 modelos ao ano podem gerar sobrecusto recorrente de R$ 50.000–R$ 300.000.

Para a maior parte dos produtos de telecom que emitem radiofrequência, a ANATEL exige homologação com Certificado de Conformidade (CoC) emitido por Organismo de Certificação Designado (OCD). A homologação é condição obrigatória para comercialização e uso de equipamentos de telecom no Brasil.[3] Os CoCs precisam ser renovados periodicamente: categoria I, normalmente anual, e categoria II, bienal; categoria III só quando há modificação.[1][4] A renovação deve começar até seis meses antes do vencimento e há um período de graça de 180 dias após a expiração em que ainda é possível renovar.[1][4] Atualizações recentes indicam que ANATEL não permite mais renovar certificados expirados há mais de 180 dias; nesses casos, é necessário um novo processo completo de certificação, com novos testes e novo ID ANATEL.[2][7] O processo de renovação em si envolve taxas administrativas típicas em torno de R$ 200 por dispositivo apenas para o trâmite na ANATEL, além de custos com laboratório, documentação e serviços do OCD.[1] Quando o prazo é perdido e se exige recertificação completa, esses custos se multiplicam (novos testes de laboratório, manuseio de amostras, tradução e gestão de projeto) e o equipamento pode ficar impedido de ser vendido ou ativado até a emissão do novo certificado, criando custos de oportunidade adicionais.

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Custo operacional elevado na análise manual de sinistros de equipamentos

Quantified: com tempo médio de 45 minutos por sinistro, a um custo horário total de R$60 para analistas (salário + encargos + estrutura), o custo direto de análise é de cerca de R$45 por sinistro; em uma carteira com 100.000 sinistros/ano, isso representa ~R$4,5 milhões anuais, dos quais 30–50% podem ser economizados com automação.

Os seguros de equipamentos portáteis e eletrônicos vendidos no varejo e por operadoras exigem, para regulação, coleta de NF-e do aparelho, boletim de ocorrência (em caso de roubo/furto), formulários, fotos ou envio do equipamento para assistência, além de cruzamento com dados da apólice e coberturas vigentes.[3][4][5][6][7][8] Em muitas operações brasileiras, esse fluxo é suportado por centrais de atendimento e backoffice que tratam casos individualmente, com forte dependência de mão de obra. A complexidade de produtos (coberturas básicas e adicionais como danos elétricos, acidentes de causa externa, garantia estendida) aumenta o tempo médio de análise, principalmente quando sistemas de seguradora e operadora não estão totalmente integrados. Considerando salário total de analistas administrativos na faixa de R$4.000–R$7.000/mês e tempos de 30–60 minutos por sinistro entre triagem, follow‑ups com cliente e decisão, o custo de processamento pode ficar em torno de R$30–R$80 por sinistro, sem contar retrabalho por documentos incompletos ou erros de digitação. Em carteiras com dezenas de milhares de sinistros ao ano, esse custo operacional se torna um vazamento financeiro relevante.

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Perda de clientes e churn em serviços móveis por experiência ruim no sinistro do aparelho

Quantified: em uma base de 100.000 clientes com seguro de aparelho atrelado à operadora, se 2% (2.000 clientes) cancelam a linha ao longo do ano devido à experiência ruim em sinistros, com ARPU médio de R$60/mês, a perda é de ~R$1,44 milhão/ano em receita de serviços móveis, ou R$14,40 por cliente segurado/ano.

Seguros de equipamentos portáteis de players como Porto, Zurich, Mapfre e outros são vendidos também como add‑ons em canais de telecom, com promessa de tranquilidade e substituição rápida do aparelho.[3][5][7][8] Na prática, clientes frequentemente reclamam, em Procon e redes sociais, de demora na análise, exigência de documentos repetitivos e dificuldade em acionar o seguro. Como o smartphone é o principal meio de acesso a serviços e comunicação, períodos longos sem aparelho geram alta insatisfação e forte correlação com cancelamento de serviços da operadora. Considerando um ARPU pós‑pago em torno de R$40–R$70/mês, a perda de um cliente por frustração com o sinistro implica perda de R$480–R$840/ano em receita de telecom, além da comissão de seguro recorrente. Se 1–3% da base segurada churna por essa razão, o impacto financeiro se torna significativo mesmo em bases relativamente pequenas.

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Erros de precificação e negociação de acordos de roaming por baixa visibilidade

Quantified (logic-based): se a margem bruta de roaming internacional de uma operadora for R$ 150 milhões/ano, erros de precificação e negociação decorrentes de baixa visibilidade que reduzam a margem em 2–4% representam perda de R$ 3–6 milhões/ano; em grupos maiores, esse valor pode chegar a R$ 10 milhões/ano.

Relatório da OCDE sobre acordos de roaming destaca que, em mercados com tráfego desequilibrado, operadores com menor poder de negociação correm risco de sofrer "margin squeeze" se não conseguem obter tarifas de atacado compatíveis com preços de varejo regulados ou competitivos.[6] A mesma análise aponta que grandes operadores, com maior capacidade de balancear tráfego, frequentemente não repassam reduções de custo ao consumidor final, reforçando a importância de dados granulares de tráfego, custos e receitas para apoiar negociações.[6] Plataformas de gestão de roaming modernas oferecem funcionalidades de "get the best routes at the best price, with automatic suggestions based on cost, quality and capacity parameters" e "easily analyze the latest roaming data through dashboards" para justamente corrigir esse problema de visibilidade na gestão de parceiros de roaming.[4] Em contexto brasileiro, acordos bilaterais recentes (Brasil–Chile, Mercosul) que extinguem tarifas de roaming em determinadas áreas alteram a estrutura de receitas de roaming e exigem repricing fino dos acordos e ofertas, sob risco de manter condições econômicas desfavoráveis.[1][2][7] Sem analytics adequados, as operadoras brasileiras podem aceitar tarifas no atacado acima do nível ótimo ou não explorar margens disponíveis em rotas específicas.

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