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Retrabalho de revisão editorial e atrasos no fluxo
Estimado: R$5.000–R$15.000 por título em horas improdutivas e atrasos (ex.: 40–120 horas extras de editores, revisores e equipe editorial por livro/artigo a R$50–R$120/hora), além de perda de janela de lançamento que pode reduzir vendas iniciais em 10–20% em obras comerciais. Para periódicos, ciclos de 120–195 dias apenas entre avaliação, edição e editoração[5] frequentemente se estendem na prática, consumindo dezenas de horas administrativas por submissão.Fluxos editoriais brasileiros para livros e periódicos preveem diversas etapas: submissão, análise preliminar, pareceres, revisões sucessivas, edição textual, normalização e editoração gráfica.[1][2][3][5][8] Os próprios manuais reconhecem que um artigo pode passar por "diversas rodadas de avaliação e reformulações" e que há um "imenso gargalo" na obtenção de pareceres, que é a etapa mais lenta do processo.[3] A RJTDH estima prazos formais de até 120 dias entre pareceres e decisão final, mais 45 dias para revisão/edição e 30 dias para editoração e publicação.[5] Em casas editoriais de livros, há etapas adicionais de revisão editorial, leitura crítica, copidesque e revisão final, todas intensivas em mão de obra especializada.[1][4][6] Sem sistemas de workflow, templates padronizados e trilhas de aprovação, os ajustes entre autores, revisores e equipe editorial geram múltiplas idas e voltas, refações da mesma etapa (ex.: retrabalho de normalização ou revisão porque o autor enviou nova versão fora de padrão), duplicidade de trabalho entre revisores e atrasos de publicação que ocupam a fila de produção.
Perda de faturamento por atraso na publicação e baixa capacidade editorial
Estimado: para uma editora que planeja 40 livros/ano, mas consegue lançar apenas 30 devido a gargalos editoriais, a perda de faturamento bruto pode chegar a R$200.000–R$500.000/ano (10 livros a menos com tiragem modesta e receita média de R$20.000–R$50.000 por título, entre vendas físicas e digitais). Em periódicos que poderiam processar 300 artigos/ano, mas publicam 220 pela lentidão na revisão, a perda de receita potencial de APCs (R$1.000–R$2.000 por artigo) é da ordem de R$80.000–R$160.000/ano.Manuais de fluxo editorial de revistas brasileiras indicam que, do recebimento do manuscrito até a decisão final, o processo pode levar até 120 dias apenas na fase de avaliação, mais 45 dias para revisão/edição e 30 dias para editoração de leiaute, chegando a cerca de 195 dias para publicação após aprovação.[5] Editoriais de revistas como Cadernos de Saúde Pública indicam que a etapa de obtenção de pareceres é o "imenso gargalo" do processo, com artigos submetidos a diversas rodadas de avaliação e reformulação.[3] Em editoras de livros, o processo inclui pré-produção (editais, seleção de obras, contratos), produção textual (revisão, normalização) e produção gráfica, todas dependentes de prazos de retorno de autores e de profissionais de revisão.[1][4][6] Cada mês adicional no ciclo reduz a velocidade de lançamento de novos títulos e, em revistas que cobram taxas de publicação (APCs) ou recebem recursos atrelados à produtividade científica, atrasos prolongados diminuem a quantidade anual de artigos publicados. Em editoras comerciais, a postergação de títulos para "número posterior" ou para outra temporada (prática prevista, por exemplo, em revistas jurídicas[5]) implica queda de faturamento no exercício corrente.
Insatisfação de autores e desistência por demora no processo editorial
Estimado: se uma editora perde 10–20 projetos relevantes por ano para concorrentes ou autopublicação, com receita potencial média de R$15.000–R$30.000 por título (entre vendas e serviços editoriais), o impacto anual pode variar de R$150.000 a R$600.000 em receita não capturada. Em periódicos que competem por bons artigos em áreas concorridas, a perda de submissões de alta qualidade reduz a atratividade do periódico e, a médio prazo, pode diminuir receitas indiretas ligadas a reputação, parcerias e patrocínios.Descrições de fluxos editoriais de revistas brasileiras mostram que o processo típico inclui submissão, desk review, avaliação duplo-cega, revisões sucessivas e, após aceitação, revisão ortográfica, edição e editoração, com prazos estimados que podem ultrapassar 6 meses.[2][3][5][7][8] Cadernos de Saúde Pública destaca explicitamente que a etapa mais lenta é a obtenção de pareceres, gerando um "imenso gargalo" para revistas científicas no Brasil e no mundo.[3] A RJTDH, por exemplo, reconhece que a tramitação desde o pedido de parecer até a decisão final pode demorar até 120 dias e prevê substituição de parecerista em caso de demora injustificada.[5] Em editoras universitárias, há prazos regulamentados para retorno de autores após ajustes solicitados, sob pena de prejudicar o fluxo editorial.[1] Em contextos comerciais, atrasos prolongados e falta de previsibilidade levam autores a buscar casas editoriais mais ágeis ou a recorrer à autopublicação, o que retira do fluxo tradicional obras com potencial de receita.
Horas extras e custo trabalhista elevado na revisão e normalização
Estimado: em uma equipe editorial de 5 pessoas com 20 horas extras/mês cada, a um custo médio de R$50/hora (salário + encargos), o custo adicional anual é de aproximadamente R$60.000. Em editoras de médio porte ou grandes periódicos, é comum exceder 40–60 horas extras mensais em períodos de fechamento de edições, levando o custo anual facilmente a R$100.000–R$150.000.O processo editorial de livros e artigos no Brasil descreve, como etapas específicas, revisão de texto, normalização bibliográfica, revisão ortográfica e adequação às regras editoriais do periódico ou da editora.[1][4][5][6][8] Essas atividades são realizadas por revisores de texto, bibliotecários-documentalistas e outros profissionais especializados[1][6], com forte componente manual: conferência de normas, formatação de referências, checagem de gramática e sintaxe, adequação de estrutura de capítulos, entre outros.[1][4][6] Em revistas jurídicas e científicas, há prazos estimados para cada etapa (15 dias para desk review, 20 dias para pareceres, até 45 dias para revisão/edição, 30 dias para editoração, etc.), totalizando meses de trabalho contínuo por submissão, com equipes pequenas assumindo grande volume de tarefas em janelas específicas (encerramento de edições, datas de qualis, etc.).[5] Sem ferramentas de apoio (sistemas de estilo, normalização automática de referências, revisão assistida por IA), o pico de demanda leva a jornadas estendidas e custo trabalhista adicional, além de maior risco de erro.