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Meta de campanha mal definida gera perda de arrecadação
Quantified: perda típica de 10%–30% do potencial de arrecadação por campanha, o que para campanhas na faixa de R$200.000 a R$1.000.000 representa R$20.000 a R$300.000 em doações não captadas ou devolvidas por ciclo de campanha.Plataformas como Catarse, Kickante e outras permitem definir uma meta fixa e, muitas vezes, adotam modelos em que a liberação de parte ou de todo o valor arrecadado depende de atingir um percentual dessa meta (modelo tudo ou nada). Se a meta é mal estimada (muito alta), campanhas bem-sucedidas em termos relativos podem não bater a meta formal, levando à devolução de recursos ou à perda de taxas de matching, visibilidade extra ou bônus da plataforma. Se a meta é muito baixa, a campanha encerra o esforço ou desmobiliza a divulgação ao atingir o objetivo aparente, embora haja ainda disposição de doação na base ou no público-alvo, resultando em receita de doação potencial não captada. O problema é intensificado quando o gestor não acompanha em tempo real taxa de conversão, custo por doação e ritmo de captação por canal, o que impede reajustar meta intermediária, duração ou mix de canais. Considerando campanhas de R$200.000 a R$1.000.000 em plataformas líderes no Brasil, a combinação de metas mal definidas, falta de previsão (forecast) e ausência de testes de cenário pode gerar perda de 10% a 30% do potencial de arrecadação total por campanha, seja por devolução (modelo tudo ou nada) ou por falta de upsell e extensão de campanha em caso de sucesso antecipado.[4][5]
Uso intensivo de mão de obra na verificação de matching gifts
Quantified (lógico): 12,5–50 horas/mês de trabalho administrativo, equivalente a ~R$750–R$3.000/mês (R$9.000–R$36.000/ano) de custo de capacidade ociosa e oportunidade.Materiais de fornecedores de tecnologia de matching indicam que os principais "pontos onde as partes se prendem" no fluxo de matching são justamente o envio de formulários, a verificação pela ONG e a reconciliação do pagamento.[2] O processo típico inclui: localizar a doação no sistema com base em nome/valor/data, conferir elegibilidade segundo as regras da empresa, emitir ou localizar comprovante, preencher campos específicos no portal da empresa ou na plataforma de CSR e, posteriormente, conciliar o pagamento recebido com as solicitações correspondentes.[2][3][9] Plataformas especializadas oferecem busca filtrada de doações e módulos de reconciliação justamente para reduzir este trabalho manual, o que é um forte indício de que o volume de esforço é relevante.[2] Em termos lógicos, para uma ONG que recebe 50–100 pedidos de matching por mês, gastar 15–30 minutos por caso (localizar doação, confirmar dados, interagir com o portal, responder a dúvidas) representa 12,5–50 horas/mês. Ao custo interno de, por exemplo, R$60/hora (carga tributária inclusa), isso significa R$750–R$3.000/mês em custo de pessoal dedicado apenas a verificação e processamento, ou R$9.000–R$36.000/ano.
Perda de doações por falta de integração entre plataforma de doação recorrente, CRM e contabilidade
Perda lógica estimada de 1%–3% das doações recorrentes em falhas de registro/conciliação (ex.: R$ 24.000 a R$ 72.000/ano para R$ 200.000/mês de doações recorrentes), além de 20–40 horas/mês de trabalho manual de conferência.Guias de doações recorrentes destacam que, se os registros de doações não forem sincronizados corretamente com o CRM ou com o software de contabilidade, podem ocorrer registros duplicados, problemas de relatórios e trabalho manual desnecessário.[1] Plataformas brasileiras de fundraising oferecem justamente relatórios detalhados, acompanhamento em tempo real e integração com CRM para evitar perdas de controle.[2][3][5][10] Em ambientes com conciliação manual (importação de extratos, planilhas, lançamentos um a um), é comum, na prática, haver doações não lançadas ou duplicadas, principalmente em campanhas com grande volume de pequenos valores. Em bases de milhares de transações por mês, taxas conservadoras de 1%–3% de lançamentos perdidos ou divergentes representam perda de receita ou de rastreabilidade que impede reativação desses doadores.
Decisões de fundraising ineficientes por falta de dados confiáveis sobre doações recorrentes
Perda lógica estimada de 10%–20% do orçamento anual de captação em decisões ineficientes (ex.: R$ 100.000 a R$ 200.000/ano para uma ONG que investe R$ 1.000.000/ano em fundraising).Materiais de plataformas de CRM para ONGs no Brasil destacam que a gestão centralizada dos dados dos doadores, com relatórios detalhados e acompanhamento em tempo real, é crucial para aumentar a captação de recursos e planejar estratégias de relacionamento.[2][3][10] Também se enfatiza a importância de identificar doadores recorrentes de alto valor e segmentar campanhas específicas para eles.[1][2] Sem essa visão, ONGs frequentemente continuam investindo em táticas e canais que trazem doadores de baixa retenção ou baixo ticket, inflando o custo de aquisição em relação à receita vitalícia. Erros dessa natureza típicos em fundraising representam perda de eficiência de 10%–20% do orçamento de marketing e captação, que poderia ser realocado para canais mais lucrativos se a análise de dados da recorrência estivesse correta.