Perda de faturamento por serviços de intervenção em crise não registrados ou não faturados
Definition
Brazil’s mental health system, guided by Law 10.216/2001, prioritizes community‑based care but still relies heavily on clinics, hospitals and psychosocial community centers (CAPS) that provide urgent and crisis‑oriented services.[9] Each crisis event (emergency consultation, risk reassessment, family meeting for safety planning) is a billable encounter under SUS tables or private health plan rules, provided that proper documentation and coding are completed. However, the same professionals are also required to comply with ethical and legal documentation (as supervised by CRP/CRM) and, increasingly, with occupational psychosocial risk recording under NR‑1 for work‑related cases.[3][4] In high‑pressure environments, administrative coding and linkage with billing systems are often delayed or skipped. Logic: if a medium‑sized mental health hospital has 300 crisis‑related encounters per month, and 5–15% are incompletely documented and thus not billed (15–45 encounters), at an average reimbursement of R$200–R$400 per encounter, monthly revenue leakage is R$3.000–R$18.000, or R$36.000–R$216.000 per year. Multi‑site providers or large hospitals can easily see leakage above R$300.000–R$500.000 anuais.
Key Findings
- Financial Impact: Quantified: perda estimada de 5–15% dos atendimentos de crise; em uma unidade com 300 atendimentos/mês a R$200–R$400 cada, equivale a R$3.000–R$18.000/mês (R$36.000–R$216.000/ano) em faturamento não realizado.
- Frequency: Recorrente, especialmente em serviços com alto volume de urgência psiquiátrica ou CAPS sobrecarregados.
- Root Cause: Ausência de integração entre registro clínico de crises e módulo de faturamento; falta de templates que garantam coleta de dados mínimos exigidos para cobrança; crises atendidas fora do fluxo padrão (plantões, sobreavisos) sem posterior lançamento no sistema; baixa capacitação administrativa da equipe assistencial em regras de faturamento SUS/convênios.
Why This Matters
The Pitch: Clínicas e hospitais de saúde mental no Brasil 🇧🇷 frequentemente deixam de faturar 5–15% dos atendimentos de crise por falhas de registro e autorização. Automation of structured crisis encounter capture and billing validation can recuperar R$100.000–R$500.000 por ano em receitas hoje perdidas.
Affected Stakeholders
Diretor financeiro, Coordenador de faturamento/SUS, Coordenador de CAPS e emergência psiquiátrica, Psicólogos e psiquiatras plantonistas
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Financial Impact
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Current Workarounds
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Methodology & Sources
Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.
Related Business Risks
Multas e interdição por falhas na gestão de riscos psicossociais (NR‑1/PGR)
Perda de capacidade e faturamento por manejo manual de crises e planos de segurança
Vazamento de Receita em Coordenação de Cuidados
Sobrecusto em Coordenação com Atenção Primária
Perda de Receita por Ciclo de Faturamento na Saúde
Perda de Capacidade por Atrasos na Autorização Prévia
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