🇧🇷Brazil

Gestão ineficiente do abastecimento e consumo de combustível

3 verified sources

Definition

Editais dos Correios mostram a contratação de serviços de gerenciamento informatizado do abastecimento de toda a frota, indicando a criticidade do controle de combustível para a estatal.[5] Cases oficiais destacam o uso de BI e telemetria para monitorar desempenho da frota e otimizar o rendimento, inclusive calibrando a troca de gasolina por etanol em veículos flex, o que implica que antes dessa gestão avançada havia espaço relevante de ineficiência.[2] Soluções de telemetria para correios e última milha enfatizam que consumo excessivo de combustível está ligado a paradas desnecessárias, estilos de condução ineficientes e falta de dados integrados, sugerindo perdas recorrentes em operadores sem esse nível de controle.[4]

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (logic): considerando uma frota de ~34 mil veículos e um gasto conservador de R$ 500/mês de combustível por veículo, o dispêndio anual é da ordem de R$ 204 milhões; uma ineficiência típica de 5–10% por falta de telemetria e regras de abastecimento representa R$ 10–20 milhões/ano em desperdício.
  • Frequency: Diário, atrelado a cada abastecimento e rota percorrida; o impacto financeiro se acumula mensal e anualmente.
  • Root Cause: Falta de integração plena entre sistemas de abastecimento, roteirização e telemetria; uso limitado de indicadores de consumo por veículo/motorista; ausência de alertas automáticos para desvios de consumo e abastecimentos fora de padrão.[2][4][5]

Why This Matters

The Pitch: Empresas postais e de última milha no Brasil 🇧🇷 gastam facilmente R$ 100–200 milhões/ano em combustível. Ganhos médios de 5–10% via telemetria, BI e regras de abastecimento representam R$ 5–20 milhões/ano de economia potencial.

Affected Stakeholders

Gerência de Frota, Suprimentos/Contratos, Controladoria/Finanças, Auditoria Interna, Operações Regionais

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Frota envelhecida e custos excessivos de manutenção

Quantified: rombo financeiro global de ~R$ 4 bilhões na estatal em que frota envelhecida e altos custos de manutenção são apontados como fator relevante; logicamente, pelo menos R$ 50–100 milhões/ano podem ser atribuídos a manutenção extra, avarias e consumo de combustível acima do ótimo em uma frota de ~34 mil veículos.

Paradas não planejadas e perda de capacidade operacional da frota

Quantified (logic): se 5% da frota de 34 mil veículos fica indisponível em média 5 dias/ano por falhas não planejadas, com custo de R$ 500/dia entre veículo ocioso, horas extras e remanejamentos, o prejuízo anual chega a ~R$ 42,5 milhões (34.000 × 5% × 5 × R$ 500).

Decisões ineficientes entre frota própria, locada e terceirizada

Quantified (logic): em um orçamento anual de transporte rodoviário e frota própria facilmente acima de R$ 500 milhões, uma decisão 5% mais cara que o ótimo (por exemplo, manter frota própria onde locação seria mais barata, ou vice-versa) implica perda de ~R$ 25 milhões/ano.

Uso indevido de combustível e desvios em abastecimentos

Quantified (logic): assumindo gasto anual de R$ 204 milhões em combustível para a frota e perdas potenciais de 2–5% por fraudes/abusos e erros em abastecimento, o prejuízo estimado é de R$ 4–10 milhões/ano.

Transição ineficiente para veículos elétricos e matriz energética sustentável

Quantified (logic): em um programa plurianual de substituição de centenas de furgões a diesel por elétricos, um erro de 10–20% na estimativa de TCO (por exemplo, veículos elétricos superdimensionados ou subutilizados) pode representar R$ 5–15 milhões em custos adicionais ao longo de 5 anos, considerando diferença de investimento inicial, manutenção e infraestrutura de recarga.

Custos Excessivos de Chaves e Manutenção

R$14 por chave + R$64 anual manutenção por caixa

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