🇧🇷Brazil

Glosas e retrabalho por divergência entre autorização e NF-e/conta de transporte

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Definition

A emissão de NF-e modelo 55 no Brasil exige que o documento fiscal reflita a prestação real do serviço, sob pena de autuações fiscais e rejeições da SEFAZ.[Manual de Orientação do Contribuinte NF-e – RFB/SEFAZ][Instrução Normativa RFB 1.863/2018 – lógica] Em saúde suplementar, a operadora confere se os dados da conta enviada (guias TISS, relatórios) e da nota fiscal coincidem com o que foi autorizado (quantidade de viagens, trajeto, tipo de transporte, valor unitário). Diferenças frequentes surgem quando a central de transporte altera percurso ou quilometragem, muda tipo de ambulância por decisão operacional ou ajusta horário, sem atualizar a autorização. Isso gera glosa parcial (redução de valor) ou necessidade de reenvio da fatura com correção, além de, em alguns casos, obrigar o prestador a emitir carta de correção ou até uma nova NF-e, consumindo tempo de equipe fiscal e de faturamento.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: 20–60 horas/mês de profissionais de faturamento e fiscal dedicados a conciliação, correções e reemissão de NF-e, equivalentes a R$ 3.000–R$ 9.000/mês em custo de pessoal; além de glosas pontuais de 2–5% do valor mensal faturado em transporte por divergência de dados.
  • Frequency: Mensal, associada a todos os ciclos de faturamento com alto volume de autorizações e múltiplas operadoras, especialmente quando o transporte é registrado em planilhas ou sistemas não integrados ao emissor de NF-e.
  • Root Cause: Falta de integração entre sistema de autorização de convênios, sistema de gestão de transporte e emissor de NF-e; atualização manual de dados de percurso e valores; desconhecimento das regras de auditoria das operadoras; ausência de rotina de conferência automática pré-faturamento.

Why This Matters

The Pitch: Prestadores de transporte em saúde no Brasil 🇧🇷 desperdiçam 20–60 horas/mês conciliando autorizações x NF-e e corrigindo glosas. Integração automática entre sistemas de autorização, prontuário e emissão de NF-e reduz retrabalho e acelera o recebimento.

Affected Stakeholders

Equipe de faturamento de convênios, Área fiscal/contábil, Gestores de TI de clínicas e empresas de ambulância, Auditoria interna, Auditoria médica das operadoras

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Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Negativa ou atraso de autorização de transporte eletivo por falha documental

Quantified: 5–15% do valor faturado em transportes eletivos sob autorização prévia pode ser glosado ou pago com atraso; para uma operação que fatura R$ 100.000/mês em transporte não emergencial, isso representa R$ 5.000–R$ 15.000/mês em risco (R$ 60.000–R$ 180.000/ano) entre glosas e atrasos.

Perda de faturamento por transporte não emergencial sem cobertura contratual

Quantified: 100% de perda sobre o valor do transporte quando não há cobertura; em operações com 50–150 corridas mensais de transporte eletivo não verificado, com ticket médio de R$ 200–R$ 400, a perda potencial é de R$ 10.000–R$ 60.000/mês, especialmente em hospitais que não cobram diretamente do paciente quando o convênio nega.

Ociosidade e replanejamento de frota por demora na autorização de transporte

Quantified: 10–25% de perda de capacidade útil da frota em períodos com alto volume de transportes dependentes de autorização; em uma ambulância que poderia gerar R$ 2.000/dia em receita, isso representa R$ 200–R$ 500/dia de receita potencial não capturada, ou R$ 4.000–R$ 10.000/mês por veículo.

Risco de fraudes e cobranças indevidas em autorizações de transporte eletivo

Quantified: Para operadoras, excesso de 5–20% nos custos com transporte eletivo; para empresas de ambulância, glosas em bloco que podem atingir R$ 50.000–R$ 200.000 em ciclos de auditoria, além de risco de descredenciamento e perda de 100% da receita futura daquele convênio.

Perda de Capacidade por Falta de Integração 911/SAMU

R$50.000-100.000/mês em receitas perdidas (estimado 20-30% redução em chamadas atendidas por atrasos manuais)

Vazamento de Receita em Documentação Manual de Chamadas

R$20.000-50.000/mês (2-5% das receitas em serviços não faturados por documentação incompleta)

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