🇧🇷Brazil

Perda de faturamento por uso incorreto ou ausência de códigos CDT/CPT em procedimentos odontológicos com cobertura médica

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Definition

Em sistemas que usam CDT/CPT, a escolha errada entre código odontológico (CDT) e médico (CPT), bem como preenchimento incorreto de diagnósticos ICD-10, gera negativa de sinistro e necessidade de recurso, aumentando o ciclo de recebimento e a taxa de valores nunca recuperados.[1][3] Fontes de faturamento odontológico norte‑americanas mostram que confusão entre CDT e CPT leva a atrasos de receita e trabalho extra para apelações.[1] Em clínicas brasileiras que atendem pacientes com seguros internacionais, seguros de empresas multinacionais ou turismo odontológico, o mesmo mecanismo de glosa ocorre, mesmo que o atendimento físico esteja no Brasil. Considerando taxa de glosa recorrente de 5–10% em sinistros com codificação incorreta e ticket médio de R$ 600–R$ 1.200 por procedimento, clínicas que enviam ~300–500 sinistros/ano nesta modalidade podem perder definitivamente 5–15% desses valores, além do custo de retrabalho administrativo.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (lógica): 5–15% de receita dos sinistros em seguros que exigem CDT/CPT; típico R$ 50.000–R$ 150.000/ano por clínica de médio porte que fatura R$ 1–R$ 2 milhões/ano nessa carteira.
  • Frequency: Recorrente em todo envio de sinistro para planos internacionais/multinacionais que exigem CDT/CPT, especialmente em procedimentos que podem ser tanto médicos quanto odontológicos (cirurgias, radiologia, trauma).
  • Root Cause: Ausência de sistema local integrado de apoio à codificação CDT/CPT, equipe administrativa treinada apenas em TUSS/ANS, uso de tabelas desatualizadas de CDT, e falta de validação automática antes do envio do sinistro.[1][2][3][4][5]

Why This Matters

The Pitch: Dentistas no Brasil que atendem pacientes com planos internacionais ou acordos que exigem CDT/CPT perdem até R$ 50.000–R$ 150.000/ano em glosas e não pagamento por uso incorreto de códigos. Automação na seleção de código e validação antes do envio elimina a maior parte dessas perdas.

Affected Stakeholders

Dentistas clínicos, Endodontistas, Implantodontistas, Recepção e faturamento, Gestores de clínica odontológica, Operadoras de planos de saúde internacionais com rede no Brasil

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Atraso no recebimento por necessidade de reapresentar sinistros odontológicos com códigos CDT incorretos ou desatualizados

Quantified (lógica): aumento de 20–40 dias em contas a receber sobre carteira de R$ 300.000–R$ 600.000/ano em sinistros CDT/CPT, implicando custo financeiro de ~R$ 6.000–R$ 24.000/ano (juros de capital de giro de 1–2% ao mês) mais ~8–16 horas/mês de retrabalho administrativo (R$ 800–R$ 1.600/mês).

Retrabalho em sinistros e subfaturamento por documentação incompleta de procedimentos odontológicos (CDT) em casos complexos

Quantified (lógica): subfaturamento de 10–20% em procedimentos complexos com ticket médio de R$ 4.000–R$ 8.000 (implantes múltiplos, endodontia complexa), podendo representar R$ 80.000–R$ 200.000/ano em clínicas com 100–150 casos complexos/ano, mais 4–8 horas de retrabalho administrativo/mês (R$ 400–R$ 800/mês).

Erros de decisão na precificação por falta de visibilidade sobre uso real de códigos CDT em carteira internacional

Quantified (lógica): erosão de margem de 5–10% sobre faturamento anual em planos internacionais (por exemplo, R$ 500.000/ano → perda de R$ 25.000–R$ 50.000/ano em lucro operacional).

Perda de Faturamento por Atrasos

10-20% de receita perdida (R$ 2.000-10.000/mês em labs médios)

Perda de Capacidade por Gargalos Manuais

20-30 horas/semana de tempo ocioso (R$ 4.000-8.000/mês em mão de obra subutilizada)

Rejeição de NF-e por Erros de Tracking

R$ 1.000-5.000 por NF-e rejeitada + 20 horas/mês de correção

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