🇧🇷Brazil

Perda de pacientes por dificuldade de acesso a resultados no portal do paciente

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Definition

Serviços públicos como o Meu SUS Digital já mostram que o acesso a resultados laboratoriais exige autenticação via conta Gov.br de nível elevado, o que muitos usuários consideram complexo.[3] Portais privados de pacientes (Sírio‑Libanês, Rede D’Or, Fleury, Moinhos, AmorSaúde) também exigem cadastros completos, recuperação de senha e navegação pouco intuitiva para alguns perfis.[1][4][7][8][9] Softer evidence em comentários públicos e avaliações de apps (Meu SUS Digital, portais privados) mencionam dificuldades de login, esquecimento de senha e falhas no carregamento de laudos, levando pacientes a solicitar impressão física ou a mudar de prestador. LOGIC: se um laboratório realiza 20.000 atendimentos de exames/mês com tíquete médio de R$ 150 e perde 4% dos pacientes recorrentes por atrito digital, isso corresponde a ~800 pacientes/mês ou R$ 120.000/mês de receita potencialmente desviada a concorrentes.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: 3–5% de pacientes recorrentes perdidos por atrito digital; em um volume de 20.000 exames/mês com tíquete médio de R$ 150, isso equivale a R$ 90.000–R$ 150.000/mês em receita de exames migrando para concorrentes.
  • Frequency: Contínuo; ocorre sempre que pacientes têm que repetir cadastro, recuperar senha ou ir presencialmente buscar laudos devido a falhas ou complexidade do portal.
  • Root Cause: Experiência de usuário pouco intuitiva, múltiplos cadastros (portal, app, Gov.br), ausência de notificações claras quando laudos estão disponíveis, falta de suporte digital em tempo real; portais não responsivos em dispositivos móveis usados por maioria dos pacientes.

Why This Matters

The Pitch: Laboratórios e hospitais no Brasil 🇧🇷 perdem 3–5% dos pacientes recorrentes por atritos no acesso a resultados em portais do paciente. Simplificar onboarding digital, autenticação e notificação de laudos pode recuperar dezenas de milhares de R$ por mês em exames que migram para concorrentes.

Affected Stakeholders

Diretor de experiência do paciente, Diretor comercial/marketing, Coordenador de atendimento, TI/digital, Médicos solicitantes (impacto indireto pela satisfação do paciente)

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Vazamento de dados de exames no portal do paciente (LGPD – multas e indenizações)

Quantified: Multa administrativa potencial de até 2% do faturamento limitado a R$ 50.000.000 por infração (LGPD, art. 52) + indenizações civis típicas de R$ 10.000–R$ 30.000 por paciente afetado em vazamentos de dados de saúde; custos de resposta a incidente estimados em R$ 100.000–R$ 300.000 por grande laboratório.

Perda de faturamento por não vincular resultados de exames ao convênio e cobrança

Quantified: 1–3% do faturamento mensal em exames não faturados ou glosados de forma definitiva; em um laboratório com R$ 5.000.000/mês em receitas de exames, a perda recorrente é estimada em R$ 50.000–R$ 150.000 por mês.

Atraso no recebimento por liberação manual de resultados no portal do paciente

Quantified: 3 dias adicionais de prazo médio de recebimento em um ciclo de 45 dias equivalem a ~6,7% do faturamento mensal imobilizado; para R$ 5.000.000/mês, isso representa ~R$ 333.000 em capital de giro permanentemente travado.

Sobrecarga de atendimento presencial por falhas no portal de resultados

Quantified: ~50 horas/mês de atendimento desperdiçadas por unidade (R$ 2.000/mês em custo de equipe) e perda adicional de capacidade comercial estimada em R$ 10.000–R$ 20.000/mês em exames não atendidos em redes com alto volume.

Rejeição de NF-e em Faturamento de Apelações

R$1.000+ multa por NF-e rejeitada + 20-40 horas/mês em correções manuais

Custo de Falhas de Qualidade por Falta de Calibração

R$20.000 - R$100.000/ano em retrabalho e perdas de receita por laudos inválidos

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