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Atraso no recebimento por liberação manual de resultados no portal do paciente

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Definition

Portais do paciente de hospitais e laboratórios disponibilizam exames e contas hospitalares, mas a publicação geralmente ocorre após validação médica do laudo e rotinas de fechamento diário no LIS.[1][4][7][8] Em muitos serviços, a liberação é feita apenas em dias úteis ou em janelas específicas, o que atrasa não só o acesso do paciente, mas também o faturamento, pois convênios e SUS exigem laudos assinados para auditoria. LOGIC: se o processo manual acrescenta 3 dias ao prazo médio entre coleta e laudo disponível no portal/sistema de faturamento, e a organização fatura R$ 5.000.000/mês com prazo médio de recebimento de 45 dias, reduzir 3 dias de prazo representa cerca de R$ 333.000 em capital de giro liberado (3/45 do faturamento mensal) de forma permanente.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: 3 dias adicionais de prazo médio de recebimento em um ciclo de 45 dias equivalem a ~6,7% do faturamento mensal imobilizado; para R$ 5.000.000/mês, isso representa ~R$ 333.000 em capital de giro permanentemente travado.
  • Frequency: Diário/contínuo; o atraso ocorre sempre que laudos dependem de horários de plantão para liberação e não são integrados em tempo real com o portal e faturamento.
  • Root Cause: Fluxos manuais de validação e publicação de laudos; ausência de regras automáticas de liberação para exames de rotina; falta de integração em tempo real entre LIS, RIS, prontuário eletrônico e portal do paciente; dependência de tarefas em lote para geração de contas e arquivos TISS/SUS.

Why This Matters

The Pitch: Laboratórios de diagnóstico no Brasil 🇧🇷 frequentemente adicionam 2–5 dias ao ciclo de recebimento porque a publicação de laudos no portal do paciente depende de rotinas manuais e horários de plantão médico. Automatizar regras de liberação e integração em tempo real pode reduzir o prazo médio de recebimento em 3–5 dias, liberando milhões de R$ em capital de giro.

Affected Stakeholders

Diretor financeiro (CFO), Gestor de faturamento, Coordenador de laboratório/diagnóstico, TI (integrações LIS/portal), Tesouraria

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Vazamento de dados de exames no portal do paciente (LGPD – multas e indenizações)

Quantified: Multa administrativa potencial de até 2% do faturamento limitado a R$ 50.000.000 por infração (LGPD, art. 52) + indenizações civis típicas de R$ 10.000–R$ 30.000 por paciente afetado em vazamentos de dados de saúde; custos de resposta a incidente estimados em R$ 100.000–R$ 300.000 por grande laboratório.

Perda de faturamento por não vincular resultados de exames ao convênio e cobrança

Quantified: 1–3% do faturamento mensal em exames não faturados ou glosados de forma definitiva; em um laboratório com R$ 5.000.000/mês em receitas de exames, a perda recorrente é estimada em R$ 50.000–R$ 150.000 por mês.

Perda de pacientes por dificuldade de acesso a resultados no portal do paciente

Quantified: 3–5% de pacientes recorrentes perdidos por atrito digital; em um volume de 20.000 exames/mês com tíquete médio de R$ 150, isso equivale a R$ 90.000–R$ 150.000/mês em receita de exames migrando para concorrentes.

Sobrecarga de atendimento presencial por falhas no portal de resultados

Quantified: ~50 horas/mês de atendimento desperdiçadas por unidade (R$ 2.000/mês em custo de equipe) e perda adicional de capacidade comercial estimada em R$ 10.000–R$ 20.000/mês em exames não atendidos em redes com alto volume.

Rejeição de NF-e em Faturamento de Apelações

R$1.000+ multa por NF-e rejeitada + 20-40 horas/mês em correções manuais

Custo de Falhas de Qualidade por Falta de Calibração

R$20.000 - R$100.000/ano em retrabalho e perdas de receita por laudos inválidos

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