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Decisões de compra equivocadas por dados imprecisos de estoque nos tanques

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Definition

Sondas eletrônicas avançadas utilizam múltiplos sensores de temperatura, conversão para 20 °C, calibração automática e resolução de até 0,01 mm para garantir extrema precisão no volume de combustível e eliminar desvios de medida que exigiriam serviços externos de calibração.[2][4] Sem essa precisão, erros sistemáticos na leitura de nível podem levar o gestor a acreditar que há mais ou menos combustível do que realmente existe, distorcendo o cálculo do estoque de segurança e do ponto de pedido. Como resultado, a empresa tende a manter estoque excessivo (capital de giro imobilizado) ou a acionar pedidos urgentes com fretes e preços menos competitivos.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantificado (lógico): manter 1 dia extra de estoque em um posto que movimenta 300.000 L/mês equivale a ~10.000 L imobilizados. A R$ 3,00/L, são R$ 30.000 de capital parado por posto. Em redes de 10 postos, isso representa R$ 300.000. Compras emergenciais com prêmio de R$ 0,03 a R$ 0,05/L sobre 50.000 L/ano resultam em custo adicional de R$ 1.500 a R$ 2.500 por posto/ano.
  • Frequency: Contínua; cada ciclo de compra de combustível é impactado pela qualidade dos dados de estoque.
  • Root Cause: Medição manual por régua ou sistemas sem compensação de temperatura; falta de calibração automática; ausência de integração entre medição de tanque e módulo de compras; uso de margens de segurança excessivas devido à baixa confiança nos dados.

Why This Matters

The Pitch: Postos e redes no Brasil 🇧🇷 imobilizam de 0,5 a 1,5 dia de estoque desnecessário ou pagam prêmios de até R$ 0,05/L em compras emergenciais por não usarem dados confiáveis de tanque. Automação da medição precisa e integração com o planejamento de compras reduz esse custo em dezenas de milhares de reais por ano.

Affected Stakeholders

Comprador de combustível, Gerente financeiro, Diretoria de operações, Controladoria

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Perda de combustível por vazamentos não detectados no tanque

Quantificado (lógico): vazamento de 0,3% a 1% do volume movimentado. Um posto que movimenta 300.000 L/mês com margem bruta ~R$ 0,50/L perde R$ 450 a R$ 1.500/mês em margem e R$ 900 a R$ 3.000/mês em valor de produto (R$ 3,00/L). Em casos graves, somam-se multas e remediação de R$ 100.000 a R$ 500.000 por evento.

Fila e perda de vendas por parada de bomba durante descarga de combustível

Quantificado (lógico): se um posto fatura R$ 50.000 por dia e interrompe o abastecimento por 30 a 60 minutos em horário de pico, pode perder de 0,5% a 2% do faturamento diário, equivalente a R$ 250 a R$ 1.000 por dia de descarga. Com 8 descargas/mês, a perda pode chegar a R$ 2.000 a R$ 8.000/mês por posto.

Multas e interdição por falta de medição eletrônica obrigatória dos tanques

Quantificado (lógico): multas trabalhistas e ambientais típicas para não conformidade em postos podem variar de R$ 50.000 a R$ 500.000 por auto de infração de órgão ambiental ou MTE, com casos graves de contaminação chegando a valores acima de R$ 1.000.000 incluindo remediação e indenizações. Lacração temporária pode representar perda de faturamento diário de R$ 50.000 a R$ 200.000 por posto médio.

Fraudes e desvios de combustível em descargas e abastecimentos

Quantificado (lógico): perda típica de 0,2% a 0,8% do volume comprado em desvios não detectados. Para um posto que compra 300.000 L/mês a R$ 3,00/L, isso equivale a R$ 1.800 a R$ 7.200/mês em valor de produto. Em redes com 10 postos, a perda pode chegar a R$ 18.000 a R$ 72.000/mês.

Ruptura de estoque de combustível por falhas na reposição automática

Quantificado (lógico): perda de 1% a 3% do volume potencial de vendas por ruptura. Para um posto com faturamento de 300.000 L/mês a preço médio de R$ 5,50/L, a receita perdida pode variar de R$ 16.500 a R$ 49.500/mês.

Custo operacional elevado com medições manuais e conferências de estoque

Quantificado (lógico): 1 a 2 horas diárias do gerente/frentista em medições manuais, conferências de estoque e preenchimento de LMC, a um custo interno de ~R$ 30/h, somando R$ 900 a R$ 1.800/mês. Serviços de calibração externa e ajustes de tanques podem adicionar R$ 3.000 a R$ 10.000/ano por posto, equivalendo a R$ 250 a R$ 830/mês.

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