🇧🇷Brazil

Ruptura de estoque de combustível por falhas na reposição automática

5 verified sources

Definition

Sistemas de medição eletrônica e monitoramento remoto permitem visualizar em tempo real o volume em tanques, tendência de consumo e ponto ideal de reposição, inclusive com monitoração contínua para planejamento de compra e venda.[2][3][5][7] Quando esses dados não são utilizados ou o processo é manual, o posto corre o risco de subestimar o consumo em períodos de pico, atrasar pedidos e ficar com bombas sem produto, perdendo vendas. A medição manual por régua não oferece projeções nem alertas de nível mínimo, o que torna a ruptura de estoque mais provável.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantificado (lógico): perda de 1% a 3% do volume potencial de vendas por ruptura. Para um posto com faturamento de 300.000 L/mês a preço médio de R$ 5,50/L, a receita perdida pode variar de R$ 16.500 a R$ 49.500/mês.
  • Frequency: Recorrente em épocas de maior demanda (feriados, fins de semana, promoções) ou em mercados com lead time de entrega maior.
  • Root Cause: Ausência de monitoramento remoto em tempo real e análise de tendência; falta de alarmes de estoque mínimo; lead time de fornecimento não considerado no ponto de pedido; processo de compras reativo em vez de baseado em dados de consumo e níveis do tanque.

Why This Matters

The Pitch: Postos de combustíveis no Brasil 🇧🇷 podem deixar de vender de 1% a 3% do seu volume mensal por falhas no planejamento de reposição causado por controle manual de nível. Automação de monitoramento em tempo real e disparo de pedidos com base em tendências reduz quase toda essa perda de faturamento.

Affected Stakeholders

Gerente de operações, Comprador de combustível, Planejamento de demanda, Diretoria comercial

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Perda de combustível por vazamentos não detectados no tanque

Quantificado (lógico): vazamento de 0,3% a 1% do volume movimentado. Um posto que movimenta 300.000 L/mês com margem bruta ~R$ 0,50/L perde R$ 450 a R$ 1.500/mês em margem e R$ 900 a R$ 3.000/mês em valor de produto (R$ 3,00/L). Em casos graves, somam-se multas e remediação de R$ 100.000 a R$ 500.000 por evento.

Fila e perda de vendas por parada de bomba durante descarga de combustível

Quantificado (lógico): se um posto fatura R$ 50.000 por dia e interrompe o abastecimento por 30 a 60 minutos em horário de pico, pode perder de 0,5% a 2% do faturamento diário, equivalente a R$ 250 a R$ 1.000 por dia de descarga. Com 8 descargas/mês, a perda pode chegar a R$ 2.000 a R$ 8.000/mês por posto.

Multas e interdição por falta de medição eletrônica obrigatória dos tanques

Quantificado (lógico): multas trabalhistas e ambientais típicas para não conformidade em postos podem variar de R$ 50.000 a R$ 500.000 por auto de infração de órgão ambiental ou MTE, com casos graves de contaminação chegando a valores acima de R$ 1.000.000 incluindo remediação e indenizações. Lacração temporária pode representar perda de faturamento diário de R$ 50.000 a R$ 200.000 por posto médio.

Fraudes e desvios de combustível em descargas e abastecimentos

Quantificado (lógico): perda típica de 0,2% a 0,8% do volume comprado em desvios não detectados. Para um posto que compra 300.000 L/mês a R$ 3,00/L, isso equivale a R$ 1.800 a R$ 7.200/mês em valor de produto. Em redes com 10 postos, a perda pode chegar a R$ 18.000 a R$ 72.000/mês.

Decisões de compra equivocadas por dados imprecisos de estoque nos tanques

Quantificado (lógico): manter 1 dia extra de estoque em um posto que movimenta 300.000 L/mês equivale a ~10.000 L imobilizados. A R$ 3,00/L, são R$ 30.000 de capital parado por posto. Em redes de 10 postos, isso representa R$ 300.000. Compras emergenciais com prêmio de R$ 0,03 a R$ 0,05/L sobre 50.000 L/ano resultam em custo adicional de R$ 1.500 a R$ 2.500 por posto/ano.

Custo operacional elevado com medições manuais e conferências de estoque

Quantificado (lógico): 1 a 2 horas diárias do gerente/frentista em medições manuais, conferências de estoque e preenchimento de LMC, a um custo interno de ~R$ 30/h, somando R$ 900 a R$ 1.800/mês. Serviços de calibração externa e ajustes de tanques podem adicionar R$ 3.000 a R$ 10.000/ano por posto, equivalendo a R$ 250 a R$ 830/mês.

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