🇧🇷Brazil

Baixa produtividade de equipes de comissionamento e testes em campo

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Definition

Empresas especializadas em comissionamento descrevem processos com múltiplas etapas: verificação de cablagem, ensaios funcionais de painéis, testes de relés e disjuntores, verificação de curvas de proteção, calibração de sensores e medidores, e geração de relatórios técnicos de cada etapa.[5][4][6][1] Em sistemas de proteção e supervisão de subestações, por exemplo, a DBS TEC lista atividades de coordenação, fiscalização, execução de TAF/TAC, verificação de cablagem, ajustes de proteções e energização da planta.[5] Em comissionamento predial, há testes funcionais integrados de todos os sistemas, avaliação operacional e medições de desempenho energético.[3] Sem ferramentas estruturadas, essas atividades consomem muitas horas em tarefas não produtivas: localizar documentos de projeto atualizados, conferir listas de pontos, registrar resultados em papel, depois transcrever para sistemas internos, corrigir inconsistências e reenviar para aprovação. Uma equipe de 2 técnicos pode gastar 1–2 horas por dia apenas em preenchimento de formulários, reconciliação de listas de verificação e comunicação de não conformidades, o que representa 20–25% da jornada diária se considerados 8 horas em campo. Com base em um custo médio total de R$ 60–R$ 90/hora por técnico (incluindo encargos e overhead), 4 horas/semana de tempo improdutivo equivalem a R$ 240–R$ 360 por técnico/semana. Em equipe de 10 técnicos de comissionamento, isso soma cerca de R$ 2.400–R$ 3.600 por semana, ou R$ 125.000–R$ 190.000 por ano em capacidade desperdiçada, sem considerar o impacto em prazos de entrega e capacidade de assumir novos projetos.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: Aproximadamente 4 horas/semana de tempo improdutivo por técnico (R$ 240–R$ 360/semana), resultando em R$ 125.000–R$ 190.000/ano de capacidade perdida em uma equipe de 10 técnicos.
  • Frequency: Alta em empresas que executam comissionamento e testes de forma contínua em múltiplos projetos e ainda operam com folhas de verificação em papel ou planilhas não integradas.
  • Root Cause: Planejamento de testes e roteiros de comissionamento não padronizado; uso de formulários em papel e planilhas soltas; retrabalho de lançamento de dados; falta de integração entre documentação de projeto, listas de pontos e registros de testes.[5][3][1]

Why This Matters

The Pitch: Empresas de segurança e automação no Brasil 🇧🇷 queimam facilmente 20–30% da capacidade das equipes de comissionamento em tarefas de baixo valor (espera, retrabalho de testes, preenchimento manual de registros). Ferramentas digitais de roteirização de testes, coleta em tempo real e integração com projeto podem recuperar 4–6 horas produtivas por técnico por semana.

Affected Stakeholders

Técnicos de campo, Engenheiros de comissionamento, Coordenador de obras, Gerente de operações, Diretor de engenharia

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Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

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