🇧🇷Brazil

Perda de receita por conciliação manual de grupos e no-shows não faturados

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Definition

O mercado de esqui ligado a brasileiros já movimenta centenas de milhões de reais em poucos operadores, como a SkiBrasil (20% do faturamento do grupo TTW) e Club Med, com R$ 360 milhões de receita apenas com 25 mil turistas em resorts de neve em 2025.[2][5] Em operações de grupos, é prática comum cobrar sinal (10–30%) na reserva e acertar o saldo de acordo com o número efetivo de hóspedes (rooming list final, no‑shows, trocas de quarto). Sem sistemas integrados de reservas, check‑in, bilhetagem de ski e faturamento, a conferência é feita por planilha, o que leva à perda do controle fino de quem realmente usou hospedagem, aulas e skipass. Em resorts all‑inclusive de neve, parte relevante da margem vem de serviços agregados como aulas, locação de equipamento e upgrades de quarto.[1][5] Quando grupos chegam com headcount diferente do contratado ou fazem alterações de última hora, a ausência de conciliação automática entre depósitos, presença real e consumo gera cabeças não cobradas, sobretudo em acordos corporativos e de operadoras que fecham preço por pacote por pessoa. Considerando um tíquete médio de viagem de esqui da ordem de R$ 10.000–R$ 15.000 por pessoa (bilhetes, hospedagem, passe, aulas),[2][5] deixar de cobrar 2–5% de cabeças em grupos (no‑shows não ajustados, cortesias indevidas, extras não lançados) implica perda lógica de 2–5% da receita de grupos. Em uma operação com R$ 360 milhões de faturamento em resorts de neve com forte participação de brasileiros, isso equivale a R$ 7,2–R$ 18 milhões de receita em risco por falhas de conciliação de grupos; em uma estação média focada em brasileiros (por exemplo R$ 30–50 milhões/ano em pacotes de neve), a perda típica fica no intervalo de R$ 600.000–R$ 2,5 milhões por ano, apenas por não conciliar de forma sistemática sinal, rooming list e uso efetivo. Como a conciliação hoje é essencialmente operacional e feita em massa no fechamento da temporada, muitos pequenos desvios individuais (descontos ad hoc a líderes de grupo, cortesias, trocas de quarto não registradas) não são recuperados, caracterizando vazamento de receita recorrente.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantificado (lógico): 2–5% da receita de grupos não capturada. Para uma operação de neve com R$ 30–50 milhões/ano em vendas para grupos brasileiros, isso equivale a R$ 600.000–R$ 2.500.000 por ano em receita perdida; para operações no patamar de R$ 360 milhões, o risco chega a R$ 7,2–R$ 18 milhões/ano.
  • Frequency: Recorrente a cada temporada de neve, com maior incidência em picos de alta temporada e em grupos grandes (corporativo, MICE, operadoras).
  • Root Cause: Integração limitada entre sistemas de reservas de grupo, PMS, bilhetagem de ski e faturamento; uso de planilhas para controlar depósitos, rooming list e headcount final; ausência de regra automática para reprecificação de no‑shows, cortesias e upgrades; foco operacional no atendimento durante a temporada, deixando a conciliação para o pós‑temporada quando é tarde para reaver diferenças.

Why This Matters

The Pitch: Operadores de esqui e resorts que atendem grupos de brasileiros 🇧🇷 desperdiçam facilmente R$ 300.000–R$ 800.000 por temporada em cabeças não cobradas e diferenças de pacote não faturadas. Automação da conciliação de depósitos de grupos com headcount real (check‑in, skipass e F&B) elimina esse vazamento.

Affected Stakeholders

Revenue Manager, Gerente de Vendas e Grupos, Controladoria, Tesouraria, Operadores/Agências de esqui focadas no público brasileiro

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Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

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Evidence Sources:

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