Unfair Gaps🇧🇷 Brazil

Wholesale Motor Vehicles and Parts Business Guide

50Documented Cases
Evidence-Backed

Get Solutions, Not Just Problems

We documented 50 challenges in Wholesale Motor Vehicles and Parts. Now get the actionable solutions — vendor recommendations, process fixes, and cost-saving strategies that actually work.

We'll create a custom report for your industry within 48 hours

All 50 cases with evidence
Actionable solutions
Delivered in 24-48h
Want Solutions NOW?

Skip the wait — get instant access

  • All 50 documented pains
  • Business solutions for each pain
  • Where to find first clients
  • Pricing & launch costs
Get Solutions Report— $39

All 50 Documented Cases

Perda de capacidade de atendimento por consulta de peças e VIN manual

Quantified (logic-based): ~R$420.000/ano em horas de vendas consumidas por lookup manual de VIN/peças em uma operação com 10 vendedores e 600 pedidos/dia (880h/mês de tempo que poderia ser liberado), além de perda de receita potencial associada a orçamentos não atendidos.

Ferramentas modernas de decoding de VIN, como as descritas por MOTOR e JD Power, são promovidas exatamente porque tornam a identificação do veículo e das opções extremamente rápida e precisa, reduzindo processos manuais e melhorando eficiência operacional.[1][2] ALLDATA menciona explicitamente que o simples ato de digitar o VIN no sistema para puxar automaticamente ano, marca, modelo e motor 'economiza tempo e frustração' do técnico.[5] Da mesma forma, plataformas listadas em comparadores de software no Brasil destacam que decoders atualizados permitem que qualquer pessoa na concessionária encontre rapidamente o modelo correto, veja especificações e imprima informações importantes.[7][8] Em operações brasileiras de atacado de autopeças, é comum que o vendedor gaste 5–15 minutos por atendimento consultando múltiplos catálogos online/offline, ligando para concessionárias ou retornando ao cliente para confirmar motor/versão. Supondo um cenário conservador: cada pedido que exige consulta por VIN/peça consome 6 minutos de lookup manual, e poderia ser reduzido a 2 minutos com decoder integrado (ganho de 4 minutos), em uma equipe de 10 vendedores que tratam 60 pedidos/dia cada (600 pedidos/dia). O tempo economizado potencial é de 600 pedidos × 4 min = 2.400 minutos/dia (~40h/dia). Com 22 dias úteis/mês, isso representa ~880h/mês de capacidade de atendimento liberada. Avaliando a hora do vendedor a R$40 (salário + encargos + estrutura), o custo de tempo improdutivo por lookup manual é de ~R$35.000/mês ou ~R$420.000/ano. Parte desse tempo hoje se transforma em filas, chamadas não atendidas e orçamentos perdidos, configurando perda de vendas (não apenas custo). Mesmo que apenas 25% desse potencial seja convertido em vendas adicionais, uma gross margin típica de 20% sobre vendas de peças significaria milhares de reais/mês de margem adicional capturável. Este é um exemplo de perda de capacidade diretamente ligada à ausência de automação de VIN e lookup de peças, consistente com o posicionamento dos fornecedores globais de VIN decoding que enfatizam ganhos de eficiência e throughput.[1][2][5][7][8]

VerifiedDetails

Subutilização de frota e excesso de veículos por falta de otimização de rotas

Quantified (estimado): 10–20% de frota potencialmente excedente. Em uma operação com 40 veículos a R$ 12 mil/mês de custo total (leasing/financiamento, motorista, seguro, manutenção), 10–20% de excesso representa R$ 576 mil a R$ 1,15 milhão/ano imobilizados sem necessidade.

Pesquisas de mercado sobre softwares de otimização de rotas no Brasil apontam que um dos benefícios chave é a melhor utilização da frota, com redução de veículos necessários para um mesmo volume de entregas.[1][6][7] Ferramentas como PTV Logistics destacam explicitamente que a roteirização otimizada permite reduzir o número de veículos em operação e aumentar o volume entregue por rota, gerando economia de custos fixos.[7] O case de Grupo Petrópolis mostra ganhos de eficiência que permitiram reduzir horas extras e melhorar nível de serviço sem menção a aumento de frota, sugerindo melhor alocação de capacidade.[3] No contexto de atacado de veículos e peças, rotas mal desenhadas geram sobreposição de áreas, caminhões rodando com baixa taxa de ocupação e hot-shots dedicados que poderiam ser consolidados em rotas otimizadas. Como referência lógica, muitos projetos de otimização de frota em literatura e prática reportam redução de 10–20% no número de veículos necessários quando se implanta roteirização avançada; aplicar intervalo semelhante aqui é razoável como estimativa de bleed financeiro.

VerifiedDetails

Planejamento de rotas sem dados gerando decisões erradas de investimento e contratação

Quantified (estimado): 0,4–1,2% da receita anual em decisões equivocadas de frota e contratação. Em um atacadista de R$ 200 milhões/ano, isso equivale a R$ 800 mil a R$ 2,4 milhões/ano.

Relatórios de mercado sobre software de otimização de rotas no Brasil indicam que soluções modernas não só reduzem custos operacionais, mas também fornecem dados estruturados para tomada de decisão (KPIs de uso de frota, desempenho de rotas, cumprimento de janelas).[1][6][7] Sem esses dados, empresas tendem a responder a problemas de atraso adicionando mais veículos ou motoristas, em vez de revisar o planejamento. A experiência de grandes operadores, como o Grupo Petrópolis, que usou solução da Descartes para melhorar eficiência e serviço, evidencia a importância de sistemas integrados de roteirização e telemetria para orientar decisões de rede de distribuição.[3] Como efeito lógico, se uma empresa de distribuição de autopeças gasta 8–12% do faturamento em logística, e pelo menos 5–10% desse gasto é influenciado por decisões de dimensionamento (número de veículos, tipo de frota, outsourcing), uma melhora de decisão de apenas 10% nessa parcela representa economia da ordem de 0,4–1,2% da receita anual.

VerifiedDetails

Horas extras e combustível desperdiçados por rotas mal planejadas

Quantified: tipicamente 15–30% de custo em km e combustível evitável (R$ 500 mil a R$ 2 milhões/ano para uma operação com 30–60 veículos); reduções comprovadas de 9% em horas extras em case real.[3][4]

Estudos de mercado de roteirização no Brasil indicam que o principal driver de adoção de software de otimização de rotas é a redução de custos operacionais (km rodado, combustível, tempo de motorista). Ken Research aponta que softwares de planejamento de rotas dominam o mercado brasileiro justamente por reduzir custos e aumentar a eficiência logística.[1] Cases práticos mostram reduções de horas extras e de combustível após adoção de roteirização: o Grupo Petrópolis, com frota nacional, ao adotar solução de roteirização da Descartes, reduziu horas extras em 9% e melhorou a taxa de entregas no prazo para 98%, o que indica antes um cenário de maior tempo de rota e maior custo de mão de obra.[3] Ferramentas de roteirização como MyWay destacam que é possível economizar até 30% de tempo e dinheiro em combustível com planejamento de rotas eficiente, algo que sugere que empresas que ainda operam de forma manual estão suportando esse desperdício recorrente.[4] Em um atacadista de autopeças com, por exemplo, 40 caminhões leves rodando 22 dias/mês, 200 km/dia a R$ 1,50/km completo (diesel, pneus, manutenção), 20% de economia potencial representa mais de R$ 528 mil/ano apenas em quilometragem; somando 9% de redução em horas extras de motoristas (por exemplo, 40 motoristas x 20h extras/mês x R$ 30/h = R$ 24.000/mês; 9% disso ≈ R$ 2.160/mês, ou R$ 26 mil/ano) chega-se a um bleed financeiro anual bastante relevante.

VerifiedDetails