Glosas e negativas de contas em atenção domiciliar
Definition
Prestadores de home care que atendem operadoras privadas e planos de saúde precisam seguir as regras de cobertura e comprovação assistencial, sob pena de glosa das contas apresentadas. A literatura de atenção domiciliar destaca a necessidade de indicação médica, prescrição detalhada de frequência de visitas, medicamentos e materiais para justificar cada serviço ao pagador.[2] A ausência ou divergência dessa documentação em relação ao que é faturado gera recusa de pagamento (glosa) pelas operadoras. Em muitos prestadores ainda há planilhas manuais e processos fragmentados entre equipe assistencial e faturamento, o que aumenta a chance de cobrar procedimentos não autorizados, duplicados ou sem lastro documental. No Brasil, estudos setoriais de hospitais e serviços de saúde mostram glosas operacionais típicas variando de 3% a 10% do valor faturado; para home care, que trabalha com pacotes e materiais, esse percentual é frequentemente citado em consultorias e sistemas de gestão como alvo central de redução por meio de automatização de roteiros de atendimento e integração entre prontuário e faturamento.[1] Plataformas de gestão de home care enfatizam justamente o módulo de gestão financeira integrada e fluxos de aprovação para autorizações clínicas e administrativas para reduzir inconsistências e aumentar a taxa de contas pagas na primeira apresentação.[1]
Key Findings
- Financial Impact: Quantified (lógica setorial): glosas operacionais de 3% a 7% da receita bruta anual de home care; em uma carteira de R$ 1.000.000/mês em faturamento, a perda típica varia de R$ 30.000 a R$ 70.000 por mês em valores não recebidos ou demorados.
- Frequency: Mensal, recorrente em praticamente todos os ciclos de faturamento com operadoras e planos de saúde.
- Root Cause: Documentação clínica incompleta ou divergente, falta de integração entre prescrição, produção e faturamento, cobranças fora de contrato ou sem autorização prévia, uso de planilhas manuais e ausência de auditoria pré-faturamento.
Why This Matters
The Pitch: Home care no Brasil 🇧🇷 perde facilmente de 3% a 7% do faturamento em glosas e negativas em contas de atenção domiciliar. Automação de autorização, registro de produção e conferência TISS/NF-e elimina essa perda recorrente.
Affected Stakeholders
Gestor de faturamento, Coordenador de home care, Equipe de auditoria interna, Diretor financeiro, Médico prescritor, Enfermeiro responsável técnico
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Financial Impact
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Current Workarounds
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Methodology & Sources
Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.
Related Business Risks
Atraso no recebimento por divergência entre produção, contrato e NF-e
Superutilização e desperdício de insumos em home care
Perda de capacidade produtiva por agendamento e roteirização manuais de visitas
Risco de autuações sanitárias por não conformidade com RDC 11/2006
Perda de Clientes por Demora em Autorização
Serviços Não Faturados por Falha em Autorização
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