Retrabalho e distorção de custos por apuração manual
Definition
O Observatório Anahp mostra que, mesmo com despesa total por saída hospitalar estável, a receita líquida real caiu 11,94% em 2024, pressionando severamente as margens dos hospitais.[4] O próprio estudo destaca que confiar em métodos tradicionais de apuração de custos, como planilhas e processos manuais, tornou-se um gargalo que mascara vazamentos financeiros.[4] Em um ambiente de inflação médico-hospitalar projetada em cerca de 12,9% ao ano, erros de apuração e retrabalho na preparação de relatórios de custos agravam o descompasso entre custo real e preço negociado com operadoras.[1][3] Em hospitais médios, é comum que equipes de controladoria, faturamento e contabilidade gastem dezenas de horas por mês conciliando dados de internações, exames, terapias e insumos para produzir relatórios gerenciais e regulatórios, especialmente quando não há sistema de custeio integrado (apuração por centro de custo, paciente, procedimento). Esse trabalho manual gera: (i) horas extras recorrentes, (ii) necessidade de analistas adicionais em períodos de fechamento, e (iii) decisões gerenciais tomadas com base em custos distorcidos, o que impacta diretamente as negociações com operadoras e o planejamento orçamentário.
Key Findings
- Financial Impact: Quantified (lógica): 40–80 horas/mês de analistas de custos e controladoria (R$ 70–R$ 100/hora com encargos), resultando em ~R$ 3.000–R$ 8.000/mês, ou R$ 36.000–R$ 96.000/ano em retrabalho e sobrecarga na preparação e revisão de relatórios de custos.
- Frequency: Mensal, concentrado em fechamentos (fim de mês, trimestral e anual) e em períodos de auditoria ou negociação com operadoras.
- Root Cause: Apuração de custos feita em planilhas, falta de integração entre sistemas assistenciais e financeiros, ausência de metodologia padronizada de custeio por paciente e centro de custo, baixa granularidade dos dados de insumos e procedimentos, e dependência de correções manuais em cima da hora.
Why This Matters
The Pitch: Hospitais no Brasil 🇧🇷 desperdiçam facilmente R$ 30.000–R$ 80.000/ano em horas de equipe e retrabalho na preparação manual de relatórios de custos. Automação da coleta de dados assistenciais e financeiros, com rateios padronizados, reduz esse desperdício e melhora a precisão do custo por paciente.
Affected Stakeholders
Controller hospitalar, Coordenação de custos, Diretor financeiro (CFO), Contabilidade, Faturamento
Deep Analysis (Premium)
Financial Impact
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Current Workarounds
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Methodology & Sources
Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.
Evidence Sources:
- https://iseeconsultoria.com.br/2025/10/01/alerta-anahp-2025-receita-por-paciente-cai-119-sua-gestao-de-custos-esta-preparada/
- https://www.saudebusiness.com/mercado-da-saude/custos-medicos-corporativos-no-brasil-devem-crescer-129-em-2025-aponta-estudo/
- https://www.direct.com.br/post/vcmh-2025-variacao-custo-medico-hospitalar-planos-de-saude
Related Business Risks
Subprecificação por desconhecimento do custo real por paciente
Planejamento orçamentário equivocado por relatórios de custos imprecisos
Perdas por Inacurácia no Estoque de Medicamentos
Atraso no Recebimento de Pagamentos de Planos de Pagamento de Pacientes
Perda de Receita por Erros em Cobrança de Pacientes
Riscos Fiscais em Faturamento de Planos de Pagamento Hospitalar
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