🇧🇷Brazil

Subfaturamento por falhas de codificação (DRG, TUSS, SIGTAP)

3 verified sources

Definition

No modelo brasileiro, o faturamento hospitalar depende da correta tradução de diagnósticos e procedimentos para códigos ICD-10-BR, TUSS e SIGTAP, além do agrupamento em DRG para muitos contratos públicos e privados.[1] Erros de codificação ou documentação clínica incompleta fazem com que procedimentos de maior complexidade e diárias adicionais não sejam registrados, levando a glosas ou pagamentos inferiores ao devido (downcoding). Em cenário internacional de RCM, estudos mostram que pequena porcentagem de erros na documentação e no coding reduz diretamente o reembolso por atendimento.[2][3] Em hospitais brasileiros com margens apertadas e alto volume de internações, a perda recorrente de alguns pontos percentuais por conta de codificação incorreta representa milhões anuais em receita não capturada.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (Logic): perda típica de 1–3% da receita de internação; em um hospital com R$ 200 milhões/ano em contas de internação isso equivale a R$ 2–6 milhões/ano de subfaturamento. Em nível de caso, erro de DRG ou ausência de procedimento adicional pode reduzir o reembolso em R$ 150–300 por internação.
  • Frequency: Recorrente, diariamente, em praticamente todas as contas de internação onde o coding é manual e feito após a alta.
  • Root Cause: Documentação clínica incompleta, ausência de codificadores especializados, uso limitado de auditoria clínica e ferramentas de decisão de DRG, trabalho manual tardio feito por faturistas em vez de analistas de informação em saúde especializados.[1][3]

Why This Matters

The Pitch: Hospitals in Brasil 🇧🇷 waste facilmente R$ 150–300 por internação em receita não faturada por erros de codificação e enquadramento DRG/TUSS/SIGTAP. Automation of medical coding validation and DRG optimization eliminates a large part of this leakage.

Affected Stakeholders

Diretor financeiro (CFO), Gerente de faturamento hospitalar, Auditor de contas médicas, Analista de informação em saúde / codificador, Diretor médico

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Glosas e atrasos de pagamento por inconsistências de codificação e cobrança

Quantified (Logic): 5–15% do valor faturado pode sofrer glosa inicial; hospitais costumam perder de forma definitiva 1–3% do faturamento anual em glosas não recuperadas e ter 30–60 dias adicionais de prazo médio de recebimento sobre esse montante. Em um hospital que fatura R$ 200 milhões/ano, isso significa R$ 2–6 milhões/ano de receita perdida e dezenas de milhões em capital de giro preso em contas a receber.

Retrabalho administrativo em faturamento por erros de codificação e apontamento

Quantified (Logic): se uma equipe de faturamento de 10 pessoas dedica em média 30–40% do tempo a retrabalho de contas (correções de códigos, complementação de dados, reenvios), isso equivale a cerca de 6.000–8.000 horas/ano. A um custo médio total de R$ 50–70/hora (salário, encargos, infraestrutura), o custo direto varia de R$ 300 mil a R$ 560 mil/ano por hospital médio. Em hospitais grandes, esse valor pode exceder R$ 1 milhão/ano.

Perdas por Inacurácia no Estoque de Medicamentos

R$ impact on budget from high-consumption medicine discrepancies; 80% reduction in high-divergence errors post-automation[1]

Atraso no Recebimento de Pagamentos de Planos de Pagamento de Pacientes

Up to 40% lost revenue increase opportunity in small/medium hospitals due to inefficient financial modules[1]

Perda de Receita por Erros em Cobrança de Pacientes

Sistemas de gestão podem gerar aumento de receitas em até 40% em hospitais de pequeno e médio porte[1]

Riscos Fiscais em Faturamento de Planos de Pagamento Hospitalar

R$ investments constantes in compliance due to complex legislation and regulatory demands (estimated 2-5% operational costs)[2]

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