🇧🇷Brazil

Horas extras e ociosidade de frota por falhas na programação de viagens de fretamento

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Definition

Soluções como GNS Bus, RedGPS (OnBus) e plataformas de gestão de transporte destacam explicitamente problemas de ‘gastos excessivos decorrentes do mau uso dos veículos, como número exagerado de aceleradas e freiadas bruscas, velocidade inadequada, mau uso das horas de trabalho ou evitando horas ociosas dos veículos’, e apresentam como benefício a ‘redução de gastos com manutenção’ e ‘redução no consumo de combustível’ com melhor controle de velocidade, marchas e horários.[1][4] Esses fornecedores afirmam que suas ferramentas substituem controles manuais e permitem ‘programação e atribuição automática de ônibus’, acompanhando em tempo real o status das viagens e reorganizando horários de veículos que não estão em trânsito.[1][4] Isso indica que, na ausência desses sistemas, muitas empresas sofrem com escalas ineficientes, rotas mal dimensionadas e horas extras desnecessárias de motoristas e cobradores. Em transporte coletivo e fretamento, estudos de telemetria e de gestão de frota frequentemente reportam economias de 5% a 15% em combustível e manutenção quando há monitoramento de dirigibilidade e otimização de rotas, além de redução de horas extras entre 5% e 10% pela melhoria na escala. Aplicando esses percentuais de forma conservadora, uma empresa que gasta R$ 6 milhões/ano com combustível, manutenção e folha de tripulação pode estar desperdiçando de R$ 300.000 (5%) a R$ 900.000 (15%) anuais por falhas na programação de viagens, desvios de rota e mau uso da frota.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: estimado desperdício de 5% a 15% dos gastos anuais com combustível, manutenção e folha de tripulação; para R$ 6 milhões/ano em custos operacionais, perda potencial de R$ 300.000 a R$ 900.000 anuais.
  • Frequency: Diária, acumulando-se em base mensal e anual, afetando todos os dias de operação com rotas programadas manualmente ou sem monitoramento de telemetria.
  • Root Cause: Ausência de algoritmos de roteirização e escala; despacho manual baseado em experiência individual; falta de monitoramento em tempo real de atrasos e ociosidade; inexistência de métricas de eficiência de viagem (tempo real x planejado) e de comportamento de condução; integração fraca entre programação operacional e contratação de quadro de motoristas (dimensionamento inadequado).

Why This Matters

The Pitch: Operadores de transporte rodoviário e fretamento no Brasil 🇧🇷 desperdiçam de 5% a 15% do gasto anual com combustível, manutenção e horas extras por não utilizarem sistemas de programação e telemetria integrados. Automatizar a escala de viagens, monitorar dirigibilidade e controlar rota em tempo real reduz significativamente estes custos.

Affected Stakeholders

Gerente de operações, Coordenador de frota, Gerente de manutenção, Gerente de recursos humanos (escala), Diretor operacional

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Perda de faturamento por viagem de fretamento não faturada ou subfaturada

Quantified: estimado de 1% a 3% da receita anual de fretamento; em uma empresa com R$ 20 milhões/ano em faturamento de fretamento, perda potencial de R$ 200.000 a R$ 600.000 por ano em viagens não faturadas e extras não cobrados.

Multas e autuações fiscais por emissão incorreta de NF-e de transporte de passageiros

Quantified: estimado de R$ 50.000 a R$ 300.000/ano em multas e glosas de ICMS para uma empresa média, considerando 1% das NF-e de transporte com erros sujeitos a multas entre R$ 300 e R$ 1.000 por documento, além de autuações adicionais em fiscalizações.

Atraso no recebimento por conferência manual de contratos de fretamento e viagens realizadas

Quantified: para uma empresa com faturamento de fretamento de R$ 2 milhões/mês, atraso adicional de 10 a 20 dias no faturamento gera imobilização extra de R$ 666.000 a R$ 1.333.000 em contas a receber, com custo financeiro anual estimado de R$ 80.000 a R$ 160.000 (considerando 1% ao mês de custo de capital).

Riscos trabalhistas por controle manual de jornada de motoristas em fretamento

Quantified: em uma empresa com 200 motoristas, 10% ingressando com ações trabalhistas ao ano e metade resultando em condenações médias de R$ 20.000 geram aproximadamente R$ 200.000/ano em passivos trabalhistas adicionais.

Perda de contratos de fretamento por falta de transparência em custos e desempenho das viagens

Quantified: para uma carteira de contratos de fretamento corporativo de R$ 40 milhões/ano, churn de 5% devido a falta de transparência e disputas de valor representa perda de R$ 2 milhões/ano em receita recorrente.

Desvio de créditos em passes múltiplos sem biometria

12-16% over-usage without controls; R$1,000–R$5,000 monthly per route

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