🇧🇷Brazil

Atraso no recebimento por conferência manual de contratos de fretamento e viagens realizadas

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Definition

Plataformas como Roota e Buus destacam explicitamente a geração de relatórios de viagens, ocupação e custo por passageiro, além da integração com sistemas de RH e outros ERPs, para permitir ‘melhores tomadas de decisões’ e maior transparência dos custos de transporte fretado.[5][9] Essa ênfase mostra que, sem tais ferramentas, a conferência de viagens realizadas versus valores a faturar é complexa e lenta, pois depende da consolidação manual de dados de diversos sistemas, planilhas e registros de embarque. Em contratos corporativos de fretamento, é comum que o cliente exija relatórios detalhados para validar as faturas (viagens realizadas, horários, quilometragem e, às vezes, lista de passageiros). Quando essa validação é manual, o processo de fechamento mensal pode atrasar em 10 a 20 dias adicionais, aumentando o prazo médio de recebimento (DSO). Considerando uma empresa com R$ 2 milhões/mês em faturamento de fretamento, cada 10 dias a mais de DSO representam cerca de R$ 666 mil imobilizados a mais em contas a receber; a 20 dias, cerca de R$ 1,33 milhão. Se o custo de capital (custo de oportunidade ou taxa de juros de linhas de crédito) for de 1% ao mês, isso implica em custo financeiro adicional de aproximadamente R$ 6.600 a R$ 13.300 por mês, ou de R$ 80.000 a R$ 160.000 por ano, apenas por atrasos de conferência e faturamento.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: para uma empresa com faturamento de fretamento de R$ 2 milhões/mês, atraso adicional de 10 a 20 dias no faturamento gera imobilização extra de R$ 666.000 a R$ 1.333.000 em contas a receber, com custo financeiro anual estimado de R$ 80.000 a R$ 160.000 (considerando 1% ao mês de custo de capital).
  • Frequency: Mensal, a cada ciclo de fechamento e faturamento dos contratos de fretamento contínuo.
  • Root Cause: Falta de integração entre registro de viagens (telemetria, GPS, controle de frota) e módulos de faturamento; ausência de relatórios padronizados aceitos pelo cliente; dependência de conferência manual de planilhas e relatórios impressos; divergências frequentes entre dados operacionais e contratuais que exigem retrabalho.

Why This Matters

The Pitch: Operadores de fretamento rodoviário no Brasil 🇧🇷 frequentemente demoram 10 a 20 dias extras para fechar e faturar contratos por conferências manuais, imobilizando de R$ 500 mil a R$ 2 milhões em capital de giro em contas a receber. A automação da consolidação de viagens, cálculo de valores e geração de faturas pode reduzir significativamente o prazo para emissão e recebimento.

Affected Stakeholders

Gerente financeiro, Tesouraria, Analista de faturamento, Gestor de contratos, Controller

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Perda de faturamento por viagem de fretamento não faturada ou subfaturada

Quantified: estimado de 1% a 3% da receita anual de fretamento; em uma empresa com R$ 20 milhões/ano em faturamento de fretamento, perda potencial de R$ 200.000 a R$ 600.000 por ano em viagens não faturadas e extras não cobrados.

Multas e autuações fiscais por emissão incorreta de NF-e de transporte de passageiros

Quantified: estimado de R$ 50.000 a R$ 300.000/ano em multas e glosas de ICMS para uma empresa média, considerando 1% das NF-e de transporte com erros sujeitos a multas entre R$ 300 e R$ 1.000 por documento, além de autuações adicionais em fiscalizações.

Horas extras e ociosidade de frota por falhas na programação de viagens de fretamento

Quantified: estimado desperdício de 5% a 15% dos gastos anuais com combustível, manutenção e folha de tripulação; para R$ 6 milhões/ano em custos operacionais, perda potencial de R$ 300.000 a R$ 900.000 anuais.

Riscos trabalhistas por controle manual de jornada de motoristas em fretamento

Quantified: em uma empresa com 200 motoristas, 10% ingressando com ações trabalhistas ao ano e metade resultando em condenações médias de R$ 20.000 geram aproximadamente R$ 200.000/ano em passivos trabalhistas adicionais.

Perda de contratos de fretamento por falta de transparência em custos e desempenho das viagens

Quantified: para uma carteira de contratos de fretamento corporativo de R$ 40 milhões/ano, churn de 5% devido a falta de transparência e disputas de valor representa perda de R$ 2 milhões/ano em receita recorrente.

Desvio de créditos em passes múltiplos sem biometria

12-16% over-usage without controls; R$1,000–R$5,000 monthly per route

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