🇧🇷Brazil

Perda de contratos de fretamento por falta de transparência em custos e desempenho das viagens

2 verified sources

Definition

Plataformas como Roota e Buus enfatizam que entregam ‘relatórios de viagens, ocupação e custo por passageiro’ e que fornecem ‘transparência do transporte fretado de colaboradores’ e ‘melhores tomadas de decisões’ para os clientes de transporte.[5][9] O posicionamento dessas soluções indica que a falta de dados estruturados sobre desempenho das viagens (pontualidade, taxa de ocupação, custo por passageiro) é um problema relevante no mercado de fretamento corporativo, levando a discussões sobre o valor cobrado e a eficiência do serviço. Em renovações de contratos de transporte de funcionários, grandes empresas frequentemente comparam ofertas de vários operadores com base em custo por colaborador transportado e indicadores de qualidade (atrasos, cancelamentos). Se o operador não consegue demonstrar de forma clara, com dados, o nível de serviço e eventuais oportunidades de otimização de rotas, abre espaço para substituição por concorrentes que oferecem dashboards e relatórios detalhados. Considerando que a troca de operador em um contrato relevante pode significar perda de R$ 1 milhão a R$ 5 milhões anuais em receita, mesmo uma taxa de churn de 5% em uma carteira de R$ 40 milhões/ano representa perda de R$ 2 milhões anuais. A causa raiz está ligada à ausência de sistemas integrados de roteirização, telemetria e BI que conectem operação, custo e faturamento.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: para uma carteira de contratos de fretamento corporativo de R$ 40 milhões/ano, churn de 5% devido a falta de transparência e disputas de valor representa perda de R$ 2 milhões/ano em receita recorrente.
  • Frequency: Cíclica, em períodos de renovação contratual (normalmente anual ou bianual), mas alimentada continuamente por atritos de faturamento e falta de relatórios.
  • Root Cause: Ausência de relatórios consolidados de viagens, ocupação e custos; dificuldades para demonstrar pontualidade e qualidade do serviço; divergência recorrente entre valores cobrados e percepção de uso por parte do cliente; comunicação limitada com passageiros e RH do cliente sobre atrasos e incidentes.

Why This Matters

The Pitch: Operadores de fretamento corporativo no Brasil 🇧🇷 podem perder de 5% a 10% dos contratos em renovações por não conseguirem mostrar dados claros de ocupação, pontualidade e otimização de rotas. Plataformas que consolidam viagens, custos e desempenho em relatórios em tempo real aumentam a retenção de clientes e protegem milhões em receita recorrente.

Affected Stakeholders

Diretor comercial, Gerente de contratos, Gerente de operações, Account manager (fretamento corporativo)

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Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Perda de faturamento por viagem de fretamento não faturada ou subfaturada

Quantified: estimado de 1% a 3% da receita anual de fretamento; em uma empresa com R$ 20 milhões/ano em faturamento de fretamento, perda potencial de R$ 200.000 a R$ 600.000 por ano em viagens não faturadas e extras não cobrados.

Multas e autuações fiscais por emissão incorreta de NF-e de transporte de passageiros

Quantified: estimado de R$ 50.000 a R$ 300.000/ano em multas e glosas de ICMS para uma empresa média, considerando 1% das NF-e de transporte com erros sujeitos a multas entre R$ 300 e R$ 1.000 por documento, além de autuações adicionais em fiscalizações.

Atraso no recebimento por conferência manual de contratos de fretamento e viagens realizadas

Quantified: para uma empresa com faturamento de fretamento de R$ 2 milhões/mês, atraso adicional de 10 a 20 dias no faturamento gera imobilização extra de R$ 666.000 a R$ 1.333.000 em contas a receber, com custo financeiro anual estimado de R$ 80.000 a R$ 160.000 (considerando 1% ao mês de custo de capital).

Horas extras e ociosidade de frota por falhas na programação de viagens de fretamento

Quantified: estimado desperdício de 5% a 15% dos gastos anuais com combustível, manutenção e folha de tripulação; para R$ 6 milhões/ano em custos operacionais, perda potencial de R$ 300.000 a R$ 900.000 anuais.

Riscos trabalhistas por controle manual de jornada de motoristas em fretamento

Quantified: em uma empresa com 200 motoristas, 10% ingressando com ações trabalhistas ao ano e metade resultando em condenações médias de R$ 20.000 geram aproximadamente R$ 200.000/ano em passivos trabalhistas adicionais.

Desvio de créditos em passes múltiplos sem biometria

12-16% over-usage without controls; R$1,000–R$5,000 monthly per route

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