🇧🇷Brazil

Perda de faturamento por viagem de fretamento não faturada ou subfaturada

5 verified sources

Definition

Softwares de gestão de transporte de passageiros para fretamento e rodoviário destacam que controles ainda são frequentemente manuais e que a integração entre operação (escala, quilometragem, horas) e faturamento/ERP é o diferencial para reduzir perdas de arrecadação.[2][4][10] Quando a programação de viagens, horas extras, desvios de rota e quilometragem real não está integrada ao módulo financeiro, parte dos serviços não entra no ciclo de faturamento, gerando perda de receita não percebida. Em transporte fretado corporativo, plataformas como Roota e Buus vendem justamente a consolidação de viagens, ocupação e custo por passageiro para dar transparência a cobrança ao cliente final, indicando que, sem essa visibilidade, há divergências recorrentes entre o que foi realizado e o que é cobrado.[5][9] Operadores relatam em casos de uso desses sistemas que antes tinham dificuldades em calcular corretamente o custo/receita por passageiro e por rota, o que implica, por lógica, em contratos mal precificados e viagens deficitárias. Em mercados de ônibus fretado e rodoviário, estudos internacionais de transporte indicam que erros de faturamento e serviços não cobrados podem consumir de 1% a 5% da receita, e fornecedores de software de frota destacam a substituição de planilhas e ‘controles manuais’ justamente para evitar tais perdas.[4] Aplicando uma faixa conservadora de 1% a 3% de receita perdida por falhas de registro e cobrança em um operador médio com faturamento de R$ 20 milhões/ano em fretamento, isso equivale a R$ 200 mil a R$ 600 mil anuais de receita não capturada.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: estimado de 1% a 3% da receita anual de fretamento; em uma empresa com R$ 20 milhões/ano em faturamento de fretamento, perda potencial de R$ 200.000 a R$ 600.000 por ano em viagens não faturadas e extras não cobrados.
  • Frequency: Recorrente mensal, principalmente em contratos de fretamento contínuo com grande volume de viagens e ajustes de rota/horário.
  • Root Cause: Integração fraca ou inexistente entre programação/operação e faturamento; uso de planilhas e lançamentos manuais; ausência de conferência sistemática entre dados de telemetria (km, tempo de viagem) e contrato; complexidade de contratos (múltiplas regras para horas extras, pedágio, quilômetro excedente).

Why This Matters

The Pitch: Empresas de fretamento rodoviário no Brasil 🇧🇷 desperdiçam facilmente de 1% a 3% da receita anual em viagens não faturadas ou subfaturadas por falhas manuais na cotação e faturamento de contratos. Automação da captura de viagens realizadas, integração telemetria–ERP e cálculo automático de extras elimina esta perda recorrente.

Affected Stakeholders

Gerente financeiro, Analista de faturamento, Gestor de contratos de fretamento, Controller, Gerente de operações

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Multas e autuações fiscais por emissão incorreta de NF-e de transporte de passageiros

Quantified: estimado de R$ 50.000 a R$ 300.000/ano em multas e glosas de ICMS para uma empresa média, considerando 1% das NF-e de transporte com erros sujeitos a multas entre R$ 300 e R$ 1.000 por documento, além de autuações adicionais em fiscalizações.

Atraso no recebimento por conferência manual de contratos de fretamento e viagens realizadas

Quantified: para uma empresa com faturamento de fretamento de R$ 2 milhões/mês, atraso adicional de 10 a 20 dias no faturamento gera imobilização extra de R$ 666.000 a R$ 1.333.000 em contas a receber, com custo financeiro anual estimado de R$ 80.000 a R$ 160.000 (considerando 1% ao mês de custo de capital).

Horas extras e ociosidade de frota por falhas na programação de viagens de fretamento

Quantified: estimado desperdício de 5% a 15% dos gastos anuais com combustível, manutenção e folha de tripulação; para R$ 6 milhões/ano em custos operacionais, perda potencial de R$ 300.000 a R$ 900.000 anuais.

Riscos trabalhistas por controle manual de jornada de motoristas em fretamento

Quantified: em uma empresa com 200 motoristas, 10% ingressando com ações trabalhistas ao ano e metade resultando em condenações médias de R$ 20.000 geram aproximadamente R$ 200.000/ano em passivos trabalhistas adicionais.

Perda de contratos de fretamento por falta de transparência em custos e desempenho das viagens

Quantified: para uma carteira de contratos de fretamento corporativo de R$ 40 milhões/ano, churn de 5% devido a falta de transparência e disputas de valor representa perda de R$ 2 milhões/ano em receita recorrente.

Desvio de créditos em passes múltiplos sem biometria

12-16% over-usage without controls; R$1,000–R$5,000 monthly per route

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