🇧🇷Brazil

Perda de rastreabilidade de amostras e necessidade de recoleta

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Definition

RDC 786/2023 da ANVISA exige rastreabilidade e controle de todas as etapas do processo laboratorial, desde a coleta até a liberação do laudo.[1] Programas de qualidade e acreditação (ISO 15189, PALC, DICQ) reforçam a necessidade de procedimentos padronizados e registro completo de cada fase para garantir confiabilidade e rastreabilidade dos resultados.[1][3][8] Quando a coleta é registrada manualmente (etiquetas escritas à mão, formulários em papel, lançamento posterior em sistema), aumentam os erros de identificação, trocas de tubos, amostras sem vinculação correta ao paciente e lacunas na cadeia de custódia. Na prática, isso resulta em amostras inutilizadas, necessidade de recoleta e repetição de exames, com impacto direto em consumo de insumos, uso de equipamentos e horas de equipe, além de desgaste com o paciente. Estudos de gestão da qualidade em laboratórios brasileiros destacam que a padronização e rastreabilidade em todas as fases reduzem custos e retrabalho; sua ausência gera gastos relevantes com erros administrativos e operacionais.[1][3][7] Em um laboratório médio que processa 1.000–3.000 exames/dia, uma taxa conservadora de 0,2–0,5% de amostras com problema de identificação pode significar 2–15 recoletas diárias, somando milhares de exames refeitos ao ano.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: R$50.000–R$200.000/ano em reagendamentos de coleta, repetição de exames e desperdício de insumos, considerando 2–15 recoletas/dia em laboratório médio e custo direto de R$20–R$40 por exame refeito (insumos + hora técnica) mais uso de capacidade que poderia ser vendida.
  • Frequency: Contínua; erros de pré‑analítica e de identificação ocorrem diariamente em laboratórios com coleta manual e registros em papel.
  • Root Cause: Processo de coleta e documentação de cadeia de custódia baseado em papel, etiquetas manuais e digitação posterior; ausência de sistema integrado de rastreabilidade ponto‑a‑ponto; falta de padronização e treinamento contínuo em gestão da qualidade pré‑analítica.

Why This Matters

The Pitch: Laboratórios de análises clínicas no Brasil 🇧🇷 desperdiçam facilmente R$50.000–R$200.000/ano em recoletas, reagendamentos e repetição de exames por falhas na documentação da cadeia de custódia. Automação da identificação de amostras e registro eletrônico da coleta reduz drasticamente recoletas e retrabalho.

Affected Stakeholders

Biomédico responsável técnico, Enfermeiro / técnico de enfermagem de coleta, Auxiliar de laboratório, Gestor da qualidade, Diretor administrativo/financeiro

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Não conformidade com RDC 786/23 e acreditações por falhas na documentação de coleta

Quantified: R$100.000–R$300.000/ano em horas de equipe sênior (qualidade, RT, coordenadores) gastas em auditorias, correções documentais e planos de ação ligados a falhas em registros de coleta, mais risco de perda de contratos estimado adicionalmente em 1–3% da receita em casos de perda/suspensão de acreditação.

Perda de capacidade analítica por retrabalho na fase pré‑analítica

Quantified: 1–3% da capacidade analítica diária desperdiçada, equivalente a R$200.000–R$1.000.000/ano em receita não realizada, assumindo ticket médio de R$20–R$30 por exame e 1.000–9.000 exames/mês de retrabalho por falhas de coleta/documentação.

Risco sanitário e interdições por falhas na guarda e rastreabilidade de amostras

Quantified: R$20.000–R$100.000 por auto de infração relevante ligado a falhas de rastreabilidade/guarda de amostras, mais perda potencial de faturamento diário de R$10.000–R$100.000 em caso de interdição parcial/total de unidade por alguns dias.

Reagendamento de coletas e insatisfação do paciente por problemas na cadeia de custódia

Quantified: 1–3% da receita anual em churn de pacientes causado por recoletas e atrasos de laudos; por exemplo, em laboratório com faturamento de R$10 milhões/ano, perda potencial de R$100.000–R$300.000/ano apenas por fricção na coleta/cadeia de custódia.

Rejeição de NF-e em Faturamento de Apelações

R$1.000+ multa por NF-e rejeitada + 20-40 horas/mês em correções manuais

Custo de Falhas de Qualidade por Falta de Calibração

R$20.000 - R$100.000/ano em retrabalho e perdas de receita por laudos inválidos

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