🇧🇷Brazil

Rotas ineficientes e ociosidade da frota no transporte de idosos e PCD

3 verified sources

Definition

O aumento da população idosa e a obrigação legal de acessibilidade ampliam a demanda por serviços especializados de transporte, inclusive com veículos adaptados e elevadores.[5][2] Programas como o Travessia, implantado para garantir transporte gratuito, porta a porta, a pessoas com deficiência, mostram que o modelo típico envolve buscar usuários em suas residências e levá-los a serviços de saúde, reabilitação ou centros de convivência.[4] Esse padrão gera rotas altamente dispersas e, quando não se utiliza um sistema de roteirização e análise de dados de viagens (origem/destino, horários, frequência), os gestores montam linhas e itinerários de forma manual, sem consolidar usuários em janelas de tempo ou ajustar rotas a dados reais de demanda. O estudo sobre mobilidade de PCD no transporte público evidencia que a frota adaptada é cara de manter (elevadores, rampas, manutenção) e que falhas operacionais, como veículos com plataformas inoperantes, exigem substituições e reforços de frota.[2] Na prática, cada quilômetro extra rodado custa combustível, manutenção, pneus e horas de motorista, e a literatura de mobilidade urbana para idosos e PCD aponta a necessidade de planejamento logístico mais eficiente para evitar desperdícios.[1][5] Em operações municipais típicas, ganhos de 10% a 20% de redução de quilometragem são comuns quando se implementa roteirização profissional.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: perda lógica de 10% a 20% do custo operacional anual do serviço de transporte adaptado, considerando combustível, manutenção e horas extras. Em um orçamento de R$ 3 milhões/ano, isso representa R$ 300.000 a R$ 600.000/ano de custo evitável.
  • Frequency: Contínua, impactando todas as rotas diariamente; o impacto é maior em cidades médias e grandes com grande dispersão de usuários.
  • Root Cause: Ausência de sistema de roteirização otimizada; falta de análise histórica de dados de viagens; uso de planilhas estáticas; pressão política para criar linhas específicas sem base em dados; impossibilidade de reagrupar usuários por janela de atendimento devido a falta de visibilidade sobre a demanda total.

Why This Matters

The Pitch: Operadores de transporte de idosos e PCD no Brasil 🇧🇷 desperdiçam de 10% a 20% do custo operacional (R$ 200.000 a R$ 600.000/ano em contratos médios) com rotas mal planejadas e veículos ociosos. A automação de roteirização com base em dados de viagens reduz quilometragem, consumo e horas extras.

Affected Stakeholders

Gestor de logística/planejamento de transporte, Secretário municipal de Mobilidade ou Assistência Social, Controladoria da operadora de transporte, Motoristas e equipe de manutenção de frota

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Multas e glosas por descumprimento de requisitos legais de acessibilidade no transporte

Quantified (lógico): multas administrativas na faixa de R$ 2.000 a R$ 20.000 por auto de infração de acessibilidade e glosas de 2% a 5% do valor mensal faturado em contratos públicos de transporte especializado quando comprovada não conformidade reiterada. Em um contrato de R$ 500.000/mês, glosas de 5% equivalem a R$ 25.000/mês, ou R$ 300.000/ano.

Atraso no recebimento por glosas ligadas a divergências entre plano terapêutico e cobrança

Quantified: glosas de 5–15% do faturamento bruto; exemplo: R$ 80.000/mês glosados em um prestador com R$ 1.000.000/mês; custo financeiro ~R$ 6.700/ano por atraso de 60 dias sobre R$ 56.000 recorrentes

Retrabalho e horas extras na revisão manual de planos de cuidado individual

Quantified: ~600 horas/ano de retrabalho administrativo em serviço médio (cerca de R$ 48.000/ano a R$ 80/h); podendo superar R$ 120.000/ano em serviços maiores

Risco de judicialização e multas por não cumprimento do plano de atendimento de idosos e pessoas com deficiência

Quantified: indenizações típicas de R$ 5.000–R$ 20.000 por ação, podendo superar R$ 50.000 em casos graves; cenário plausível de R$ 100.000–R$ 300.000/ano em empresas com base relevante de idosos/PCD

Multas por Não Conformidade com Código de Defesa do Consumidor

Multas proporcionais; suspensão de serviços (perda estimada 2-5% receita por incidentes repetidos)

Multas LGPD por Falha em Relato de Incidentes de Abuso

R$ até 2% da receita brasileira por infração (máx. R$ 50 milhões); R$ 12 milhões totais em 15 instituições de saúde (2024)

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