🇧🇷Brazil

Baixa produtividade clínica por preenchimento manual da avaliação inicial e plano terapêutico

5 verified sources

Definition

Guias e modelos de ficha de avaliação fisioterapêutica mostram um grande volume de campos a serem preenchidos na primeira consulta: identificação, queixa principal, histórico clínico, exames complementares, avaliação física detalhada, objetivos e plano terapêutico.[1][5][7][10] Em muitos serviços, esse preenchimento é feito em papel ou em documentos genéricos (Word/PDF), exigindo escrita ou digitação completa a cada novo paciente. LOGIC: se um profissional realiza em média 2 avaliações iniciais por dia, gastando 20–30 minutos extras apenas no registro manual, isso soma 40–60 minutos/dia. Em 22 dias úteis, são 14h–22h/mês por profissional. Considerando que uma sessão de terapia gera cerca de R$ 80–R$ 120 de receita, a perda de capacidade de 15 horas/mês equivale a 15 atendimentos não realizados (~R$ 1.200–R$ 1.800/mês por profissional). Em uma clínica com 5 terapeutas, isso representa R$ 6.000–R$ 9.000/mês (R$ 72.000–R$ 108.000/ano) em receita potencial perdida.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (LOGIC): 14–22 horas/mês por profissional; em 5 profissionais, perda de ~75 horas/mês de capacidade, equivalente a ~R$ 6.000–R$ 9.000/mês (R$ 72.000–R$ 108.000/ano) de receita potencial não capturada.
  • Frequency: Diária, em toda nova avaliação e revisão de plano de cuidados.
  • Root Cause: Uso de fichas extensas em papel ou arquivos não estruturados; ausência de templates inteligentes, campos pré-preenchidos e reaproveitamento automático de dados; falta de integração entre anamnese, avaliação física e plano terapêutico.

Why This Matters

The Pitch: Clínicas de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia no Brasil 🇧🇷 desperdiçam dezenas de horas de agenda por mês com digitação repetitiva na avaliação inicial. Modelos digitais padronizados, com campos pré-preenchidos e reutilização de dados, liberam capacidade para mais atendimentos e aumentam a receita sem ampliar a equipe.

Affected Stakeholders

Fisioterapeutas, Terapeutas ocupacionais, Fonoaudiólogos, Coordenadores de reabilitação, Proprietários de clínicas

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Perda de faturamento por ausência ou falha na documentação inicial exigida pelos planos de saúde

Quantified (LOGIC): 5% a 10% do faturamento em terapias — ex.: em R$ 200.000/mês, perda de R$ 10.000 a R$ 20.000/mês em glosas relacionadas a prontuário (R$ 120.000 a R$ 240.000/ano).

Atraso no recebimento por prontuário incompleto e necessidade de reenvio de guias

Quantified (LOGIC): capital empatado extra de ~R$ 150.000 com custo financeiro de R$ 1.500–R$ 2.250/mês (R$ 18.000–R$ 27.000/ano) causado por aumento de 30 dias no prazo médio de recebimento devido a pendências/documentação inicial incompleta.

Risco jurídico e ético por prontuário incompleto na avaliação inicial e plano terapêutico

Quantified (LOGIC): potencial de R$ 25.000–R$ 60.000 por caso (indenização + honorários + perícia) em situações de litígio agravadas por prontuário incompleto; risco adicional de sanções éticas e necessidade de retrabalho/extensa produção de documentos.

Abandono de tratamento por experiências iniciais demoradas e repetitivas na avaliação

Quantified (LOGIC): ~R$ 1.350 de receita potencial perdida por paciente que abandona após 5 de 20 sessões; em 50 novos pacientes/mês com 15% de abandono, perda de ~R$ 9.000–R$ 11.000/mês (R$ 108.000–R$ 132.000/ano).

Erros de decisão clínica e gerencial por avaliação inicial não estruturada

Quantified (LOGIC): 5% de má alocação de capacidade em custos fixos de R$ 100.000/mês equivale a ~R$ 5.000/mês (R$ 60.000/ano) em custos que não se convertem em resultado clínico ou financeiro ótimo.

Perdas por Má Gestão de Estoque de Equipamentos

R$10,000+ anual em compras desnecessárias por estoque excessivo

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