🇧🇷Brazil

Atraso no recebimento por prontuário incompleto e necessidade de reenvio de guias

3 verified sources

Definition

A ficha de avaliação e o plano terapêutico são a base clínica para justificar número de sessões e procedimentos cobrados às operadoras.[1][4][7] Quando a documentação está incompleta, pouco detalhada ou divergente da guia TISS, as contas são colocadas em glosa técnica ou pendência, exigindo complementação de informações e reenvio. Na prática, isso empurra o recebimento de lotes de 30 para 45–60 dias. LOGIC: se uma clínica emite R$ 150.000/mês em terapias e mantém um ciclo de recebimento de 60 dias em vez de 30, tem R$ 150.000 adicionais permanentemente empatados em contas a receber. Considerando custo de capital de 1% a 1,5% ao mês, isso implica custo financeiro indireto de R$ 1.500 a R$ 2.250/mês (R$ 18.000 a R$ 27.000/ano) apenas pelo atraso gerado por pendências de prontuário.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (LOGIC): capital empatado extra de ~R$ 150.000 com custo financeiro de R$ 1.500–R$ 2.250/mês (R$ 18.000–R$ 27.000/ano) causado por aumento de 30 dias no prazo médio de recebimento devido a pendências/documentação inicial incompleta.
  • Frequency: Mensal, em todo ciclo de faturamento com planos de saúde, sobretudo em clínicas com alto volume de contas pendentes.
  • Root Cause: Fichas de avaliação e planos de cuidados preenchidos após o atendimento, com dados faltantes; ausência de validação em tempo real de campos críticos exigidos pelas operadoras; processos de revisão manual antes de enviar contas.

Why This Matters

The Pitch: Serviços de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia no Brasil 🇧🇷 frequentemente aumentam o prazo médio de recebimento em 15 a 30 dias por pendências na documentação inicial. Digitalizar e automatizar a avaliação e o plano de cuidados reduz pendências e antecipa o fluxo de caixa em dezenas de milhares de R$ ao ano.

Affected Stakeholders

Fisioterapeutas e terapeutas que preenchem a avaliação inicial, Equipe de faturamento e cobrança, Gestores financeiros de clínicas, Auditoria interna de contas médicas

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Perda de faturamento por ausência ou falha na documentação inicial exigida pelos planos de saúde

Quantified (LOGIC): 5% a 10% do faturamento em terapias — ex.: em R$ 200.000/mês, perda de R$ 10.000 a R$ 20.000/mês em glosas relacionadas a prontuário (R$ 120.000 a R$ 240.000/ano).

Baixa produtividade clínica por preenchimento manual da avaliação inicial e plano terapêutico

Quantified (LOGIC): 14–22 horas/mês por profissional; em 5 profissionais, perda de ~75 horas/mês de capacidade, equivalente a ~R$ 6.000–R$ 9.000/mês (R$ 72.000–R$ 108.000/ano) de receita potencial não capturada.

Risco jurídico e ético por prontuário incompleto na avaliação inicial e plano terapêutico

Quantified (LOGIC): potencial de R$ 25.000–R$ 60.000 por caso (indenização + honorários + perícia) em situações de litígio agravadas por prontuário incompleto; risco adicional de sanções éticas e necessidade de retrabalho/extensa produção de documentos.

Abandono de tratamento por experiências iniciais demoradas e repetitivas na avaliação

Quantified (LOGIC): ~R$ 1.350 de receita potencial perdida por paciente que abandona após 5 de 20 sessões; em 50 novos pacientes/mês com 15% de abandono, perda de ~R$ 9.000–R$ 11.000/mês (R$ 108.000–R$ 132.000/ano).

Erros de decisão clínica e gerencial por avaliação inicial não estruturada

Quantified (LOGIC): 5% de má alocação de capacidade em custos fixos de R$ 100.000/mês equivale a ~R$ 5.000/mês (R$ 60.000/ano) em custos que não se convertem em resultado clínico ou financeiro ótimo.

Perdas por Má Gestão de Estoque de Equipamentos

R$10,000+ anual em compras desnecessárias por estoque excessivo

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