🇧🇷Brazil

Abandono de tratamento por experiências iniciais demoradas e repetitivas na avaliação

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Definition

Guias de anamnese e avaliação em fisioterapia mostram que a coleta de dados inclui múltiplos blocos (identificação, queixa, histórico familiar, estilo de vida, exame físico, objetivos, etc.), gerando questionários longos.[1][2][3][5][7] Quando todo esse processo é feito presencialmente, com repetição de dados em diferentes formulários, a etapa inicial torna-se cansativa. Muitos serviços relatam dificuldade de adesão: pacientes iniciam e não completam o número de sessões planejado. LOGIC: se um plano terapêutico médio prevê 20 sessões e, por atrito inicial, 15% dos pacientes interrompem após 5 sessões, a clínica perde 15 sessões potenciais por paciente nesse grupo. Com valor médio de R$ 90 por sessão, são R$ 1.350 por paciente em receita não realizada. Em 50 novos pacientes/mês, se 15% (7–8 pacientes) abandonam precocemente, a perda mensal chega a cerca de R$ 9.000–R$ 11.000 (R$ 108.000–R$ 132.000/ano).

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (LOGIC): ~R$ 1.350 de receita potencial perdida por paciente que abandona após 5 de 20 sessões; em 50 novos pacientes/mês com 15% de abandono, perda de ~R$ 9.000–R$ 11.000/mês (R$ 108.000–R$ 132.000/ano).
  • Frequency: Mensal e contínua, à medida que novos pacientes iniciam tratamento.
  • Root Cause: Processo de avaliação inicial não desenhado para experiência do paciente; repetição de perguntas e formulários; ausência de pré-cadastro digital; tempo de espera prolongado no primeiro atendimento.

Why This Matters

The Pitch: Clínicas de fisioterapia, terapia ocupacional e fono no Brasil 🇧🇷 perdem 10% a 20% da receita potencial por paciente quando há abandono precoce após uma experiência inicial burocrática. Digitalizar e simplificar a coleta de dados antes da consulta mantém mais pacientes em tratamento e aumenta o ticket médio.

Affected Stakeholders

Pacientes de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, Fisioterapeutas e demais terapeutas, Equipe de recepção e agendamento, Gestores de relacionamento com o paciente

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Perda de faturamento por ausência ou falha na documentação inicial exigida pelos planos de saúde

Quantified (LOGIC): 5% a 10% do faturamento em terapias — ex.: em R$ 200.000/mês, perda de R$ 10.000 a R$ 20.000/mês em glosas relacionadas a prontuário (R$ 120.000 a R$ 240.000/ano).

Atraso no recebimento por prontuário incompleto e necessidade de reenvio de guias

Quantified (LOGIC): capital empatado extra de ~R$ 150.000 com custo financeiro de R$ 1.500–R$ 2.250/mês (R$ 18.000–R$ 27.000/ano) causado por aumento de 30 dias no prazo médio de recebimento devido a pendências/documentação inicial incompleta.

Baixa produtividade clínica por preenchimento manual da avaliação inicial e plano terapêutico

Quantified (LOGIC): 14–22 horas/mês por profissional; em 5 profissionais, perda de ~75 horas/mês de capacidade, equivalente a ~R$ 6.000–R$ 9.000/mês (R$ 72.000–R$ 108.000/ano) de receita potencial não capturada.

Risco jurídico e ético por prontuário incompleto na avaliação inicial e plano terapêutico

Quantified (LOGIC): potencial de R$ 25.000–R$ 60.000 por caso (indenização + honorários + perícia) em situações de litígio agravadas por prontuário incompleto; risco adicional de sanções éticas e necessidade de retrabalho/extensa produção de documentos.

Erros de decisão clínica e gerencial por avaliação inicial não estruturada

Quantified (LOGIC): 5% de má alocação de capacidade em custos fixos de R$ 100.000/mês equivale a ~R$ 5.000/mês (R$ 60.000/ano) em custos que não se convertem em resultado clínico ou financeiro ótimo.

Perdas por Má Gestão de Estoque de Equipamentos

R$10,000+ anual em compras desnecessárias por estoque excessivo

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