🇧🇷Brazil

Perda de vendas por fila excessiva em períodos de preço promocional ou abaixo da concorrência

3 verified sources

Definition

O aumento projetado de consumo de combustíveis em 2025, com crescimento de 1,9% e acréscimo de cerca de 3 bilhões de litros, reforça a pressão de volume sobre a infraestrutura existente de postos.[1][5][6] Em mercados onde um posto pratica preços consistentemente abaixo dos concorrentes (por erro de pricing ou promoção), a demanda local concentra-se neste ponto, resultando em filas e tempos de espera altos. Parte dos motoristas abandona a fila, migrando para outro posto com preço ligeiramente maior, o que transforma uma decisão de preço teoricamente vantajosa em perda de oportunidade de venda. Esse fenômeno é típico de perda de capacidade gerada por decisão de pricing sem análise de impacto em fluxo operacional.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (lógica): Posto com potencial de vender 8.000 litros/dia em horário de pico. Se filas e desistências cortam 10% do volume nesses períodos, perde 800 litros/dia. Com margem média de R$0,40/litro, isso representa ~R$320/dia, ou ~R$9.600/mês e R$115.000/ano em vendas não realizadas.
  • Frequency: Média a alta, especialmente em períodos de grande diferença de preço em relação à vizinhança (promoções, atrasos na recomposição de preço, campanhas específicas).
  • Root Cause: Desalinhamento entre estratégia de preço e capacidade operacional; ausência de monitoramento de tempo de fila e taxa de abandono; preço agressivo não calibrado por simulação de impacto em fluxo; falta de integração de dados de volume, tempo de atendimento e preço.

Why This Matters

The Pitch: Redes de postos no Brasil 🇧🇷 que usam preço agressivo sem gestão de capacidade desperdiçam 5–15% do potencial de volume em horários de pico por filas e desistências. Sistemas que relacionam preço, fluxo em tempo real e capacidade operacional maximizam vendas sem gerar gargalos.

Affected Stakeholders

Gerente de posto, Supervisor de pista, Planejamento de operações de rede, Equipe de pricing/comercial

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Preço defasado na bomba por atraso em repassar reajustes da Petrobras

Quantified (lógica): Posto de 200 mil litros/mês. Reajuste de custo de +R$0,20/litro não repassado por 3 dias (20.000 litros/dia × 3 dias) gera perda de margem de ~R$12.000 por evento. Com 6–8 movimentos relevantes de preço/ano, o vazamento chega a R$72.000–R$96.000/ano por posto.

Perda de margem por erro na relação gasolina x etanol (mix flex mal otimizado)

Quantified (lógica): Em um posto vendendo 60.000 litros/mês de etanol + 140.000 litros/mês de gasolina, perda média de 0,03–0,05 ponto de margem efetiva por litro devido a mix inadequado implica R$6.000–R$10.000/mês (≈R$72.000–R$120.000/ano) em margem não capturada.

Erro de posicionamento de preço em relação à concorrência local

Quantified (lógica): Posto vendendo 200.000 litros/mês. Se ficar em média R$0,05/litro abaixo do nível ótimo de preço por 10 dias/mês, perde R$1.000/dia em margem (20.000 litros/dia), ou ~R$10.000/mês (R$120.000/ano). Alternativamente, se ficar R$0,10 acima do mercado e perder 10% de volume, deixa de vender 20.000 litros/mês, com margem unitária de R$0,40, ou R$8.000/mês em contribuição perdida.

Multas por Falha na Verificação de Idade em Produtos Restritos

R$50 milhões por violação (até 10% da receita brasileira)

Perdas por Venda Irregular de Tabaco e Álcool a Menores

R$2.000-R$10.000 por confisco de estoque + multas municipais

Perda de Capacidade por Atrasos na Verificação Manual

R$500-R$2.000/dia por posto em vendas perdidas (2-5% ticket médio)

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