🇧🇷Brazil

Preço defasado na bomba por atraso em repassar reajustes da Petrobras

3 verified sources

Definition

A Petrobras ajusta o preço da gasolina A para distribuidoras com variações de 5%–7% em janelas curtas, como a redução de 5,6% anunciada em junho de 2025, enquanto o preço ao consumidor final permanece entre R$6 e R$7 por litro dependendo do estado.[3] Quando o posto não ajusta imediatamente o preço na bomba após um aumento de custo (por erro, demora na decisão ou medo de perder clientes sem dados confiáveis da concorrência), ocorre compressão de margem por litro vendido. Em um mercado com consumo anual projetado de dezenas de bilhões de litros de gasolina C e aumento de 5% no consumo em 2025, atrasos recorrentes de 1–3 dias em cada movimento de preço resultam em relevante erosão de margem em nível de posto.[2][7] Esse é um vazamento de receita típico em operações com precificação manual e ausência de motor automático de regras (ex.: sempre recompor margem-alvo em até X horas após reajuste da distribuidora).

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (lógica): Posto de 200 mil litros/mês. Reajuste de custo de +R$0,20/litro não repassado por 3 dias (20.000 litros/dia × 3 dias) gera perda de margem de ~R$12.000 por evento. Com 6–8 movimentos relevantes de preço/ano, o vazamento chega a R$72.000–R$96.000/ano por posto.
  • Frequency: Alta: toda vez que Petrobras/distribuidora altera preços ou há mudança relevante de ICMS/tributos; tipicamente diversas vezes ao ano.
  • Root Cause: Processo de formação de preço manual e reativo; ausência de sistema integrado que receba automaticamente reajustes da distribuidora, calcule novo preço considerando tributos e margem alvo e aplique na bomba; falta de dados estruturados de preços de concorrentes para suportar repasse rápido sem medo de perda de volume.

Why This Matters

The Pitch: Postos de combustíveis no Brasil 🇧🇷 perdem facilmente R$0,10–R$0,25 por litro em períodos de reajuste ao demorar para atualizar preços e monitorar concorrentes. Automação de captura de reajustes, regras de precificação e comparação em tempo real com concorrentes elimina essa defasagem.

Affected Stakeholders

Proprietário de posto, Gerente de pista/operações, Controller financeiro, Comprador de combustíveis junto às distribuidoras

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Perda de margem por erro na relação gasolina x etanol (mix flex mal otimizado)

Quantified (lógica): Em um posto vendendo 60.000 litros/mês de etanol + 140.000 litros/mês de gasolina, perda média de 0,03–0,05 ponto de margem efetiva por litro devido a mix inadequado implica R$6.000–R$10.000/mês (≈R$72.000–R$120.000/ano) em margem não capturada.

Erro de posicionamento de preço em relação à concorrência local

Quantified (lógica): Posto vendendo 200.000 litros/mês. Se ficar em média R$0,05/litro abaixo do nível ótimo de preço por 10 dias/mês, perde R$1.000/dia em margem (20.000 litros/dia), ou ~R$10.000/mês (R$120.000/ano). Alternativamente, se ficar R$0,10 acima do mercado e perder 10% de volume, deixa de vender 20.000 litros/mês, com margem unitária de R$0,40, ou R$8.000/mês em contribuição perdida.

Perda de vendas por fila excessiva em períodos de preço promocional ou abaixo da concorrência

Quantified (lógica): Posto com potencial de vender 8.000 litros/dia em horário de pico. Se filas e desistências cortam 10% do volume nesses períodos, perde 800 litros/dia. Com margem média de R$0,40/litro, isso representa ~R$320/dia, ou ~R$9.600/mês e R$115.000/ano em vendas não realizadas.

Multas por Falha na Verificação de Idade em Produtos Restritos

R$50 milhões por violação (até 10% da receita brasileira)

Perdas por Venda Irregular de Tabaco e Álcool a Menores

R$2.000-R$10.000 por confisco de estoque + multas municipais

Perda de Capacidade por Atrasos na Verificação Manual

R$500-R$2.000/dia por posto em vendas perdidas (2-5% ticket médio)

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