🇧🇷Brazil

Serviços de cuidado não faturados por falhas no plano individual de atendimento

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Definition

Programas de saúde do idoso no SUS e em planos privados estruturam um plano de cuidados individualizado com metas, intervenções, encaminhamentos e cronograma de acompanhamento para cada idoso.[1][2] Esses planos envolvem diversas categorias profissionais (médico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo, equipe de home care) e geram alto volume de contatos assistenciais.[1][2] Em muitos serviços, o plano é registrado em prontuário físico ou em módulo clínico que não conversa com o módulo de faturamento ou com o sistema emissor de NF-e. Isso cria um hiato entre o cuidado prescrito/executado e o lançamento financeiro, especialmente em atendimentos domiciliários, terapias seriadas e visitas de equipe multidisciplinar. Relatórios de consultorias em saúde suplementar e auditorias internas tipicamente apontam perda de 2–5% da receita por sub-registro de procedimentos em serviços que operam com alta intensidade de cuidado domiciliar e multiprofissional, faixa que é compatível com o risco operacional observado em home care e atenção domiciliar no Brasil. Aplicando 3% como ponto médio em uma carteira de R$ 10 milhões/ano em serviços para idosos e pessoas com deficiência, a perda esperada é de cerca de R$ 300.000/ano em serviços efetivamente prestados, porém não faturados.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: 2–5% da receita anual; exemplo: R$ 300.000/ano (3% sobre R$ 10 milhões) em serviços prestados não faturados
  • Frequency: Recorrente, diária, em todos os ciclos de renovação de plano de cuidado e de atendimento domiciliar/ambulatorial seriado
  • Root Cause: Desconexão entre o fluxo clínico de elaboração/aprovação do plano de cuidado individualizado e os sistemas de autorização, faturamento e emissão de NF-e; uso de registros manuais (papel, planilhas) e ausência de checagem automática de "plano x executado x faturado".

Why This Matters

The Pitch: Prestadores de serviços para idosos e pessoas com deficiência no Brasil 🇧🇷 desperdiçam facilmente 2–5% da receita anual em atendimentos não registrados no faturamento porque o plano individual de cuidado é separado do sistema de cobrança. Automatizar a geração de autorizações e lançamentos de cobrança a partir do plano de atendimento elimina esse vazamento.

Affected Stakeholders

Coordenador de serviços para idosos, Equipe multiprofissional (médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos), Faturamento hospitalar/clínico, Auditoria interna, TI / gestor de prontuário eletrônico

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Atraso no recebimento por glosas ligadas a divergências entre plano terapêutico e cobrança

Quantified: glosas de 5–15% do faturamento bruto; exemplo: R$ 80.000/mês glosados em um prestador com R$ 1.000.000/mês; custo financeiro ~R$ 6.700/ano por atraso de 60 dias sobre R$ 56.000 recorrentes

Retrabalho e horas extras na revisão manual de planos de cuidado individual

Quantified: ~600 horas/ano de retrabalho administrativo em serviço médio (cerca de R$ 48.000/ano a R$ 80/h); podendo superar R$ 120.000/ano em serviços maiores

Risco de judicialização e multas por não cumprimento do plano de atendimento de idosos e pessoas com deficiência

Quantified: indenizações típicas de R$ 5.000–R$ 20.000 por ação, podendo superar R$ 50.000 em casos graves; cenário plausível de R$ 100.000–R$ 300.000/ano em empresas com base relevante de idosos/PCD

Cancelamento e troca de plano por dificuldade na definição e atualização do plano de vida do idoso

Quantified: exemplo de ~R$ 400.000/ano em receita perdida se 1/3 de um churn de 3,3% (100 vidas de R$ 1.000/mês) estiver ligado a falhas no processo de plano individual

Rotas ineficientes e ociosidade da frota no transporte de idosos e PCD

Quantified: perda lógica de 10% a 20% do custo operacional anual do serviço de transporte adaptado, considerando combustível, manutenção e horas extras. Em um orçamento de R$ 3 milhões/ano, isso representa R$ 300.000 a R$ 600.000/ano de custo evitável.

Multas por Não Conformidade com Código de Defesa do Consumidor

Multas proporcionais; suspensão de serviços (perda estimada 2-5% receita por incidentes repetidos)

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