🇧🇷Brazil

Perda de faturamento por prescrição médica incompleta ou não registrada no plano de cuidados

3 verified sources

Definition

Normas de atenção domiciliar exigem avaliação inicial, plano assistencial e acompanhamento contínuo, com definição de frequência de visitas, procedimentos e intervenções multiprofissionais.[3][6][9] A execução inclui múltiplos procedimentos (administração de medicamentos, curativos, manejo de dispositivos, visitas de diferentes profissionais), todos derivados de ordens médicas e de enfermagem.[3] Quando esse plano é construído em papel ou planilhas e depois re-digitado para fins de faturamento, é comum que visitas adicionais, procedimentos fora da rotina ou ajustes de frequência feitos pelo médico não sejam lançados, especialmente em pacientes crônicos com longas permanências. Em operações com ticket médio de R$3.000–R$8.000/mês por paciente, perder 1–2 visitas de equipe multidisciplinar por mês não faturadas (R$150–R$300 por visita) em apenas 30 pacientes já gera perda anual facilmente acima de R$50.000 (lógica baseada em volumes típicos de home care).

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (lógica): 2–5% da receita anual de home care; em uma carteira de R$4.000.000/ano isso representa R$80.000–R$200.000 em serviços prestados e não faturados por falhas de registro de ordens médicas e atualização do plano de cuidados.
  • Frequency: Recorrente, diária, especialmente em pacientes de longa permanência e com múltiplos profissionais envolvidos.
  • Root Cause: Uso de formulários manuais para plano de cuidados; ausência de integração entre prescrição médica, prontuário eletrônico e módulo de faturamento; mudanças frequentes no plano terapêutico não refletidas no sistema financeiro; falta de conferência sistemática entre evolução assistencial e contas emitidas.

Why This Matters

The Pitch: Empresas de home care no Brasil 🇧🇷 desperdiçam facilmente R$50.000–R$200.000/ano em serviços prestados e não faturados por falhas de registro entre prescrição médica, plano de cuidados e faturamento. Automação da integração entre ordem médica, prontuário e geração de contas reduz a perda de receita em 2–5%.

Affected Stakeholders

Médico assistente, Enfermeiro responsável técnico, Faturamento/contas médicas, Coordenação de home care, Equipe multiprofissional (fisioterapia, fono, nutrição)

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Glosas de operadoras por divergência entre relatório médico, plano de cuidados e cobrança de home care

Quantified (lógica): 5–15% do faturamento de home care pode ser glosado em carteiras mal documentadas; em R$1.000.000/ano de contratos com operadoras, a perda gira em torno de R$50.000–R$150.000/ano por divergências entre plano de cuidados, execução e cobrança.

Atraso no recebimento por demora na elaboração e atualização do plano de cuidados exigido para autorização de home care

Quantified (lógica): atraso de 3–5 dias de autorização por ciclo, em diárias de R$400–R$1.200, gera R$1.200–R$6.000 de receita atrasada por paciente/ano; em 10 pacientes, R$12.000–R$60.000/ano de time-to-cash drag causado por documentação manual do plano de cuidados.

Reinternações e complicações por falhas no plano de cuidados domiciliares aumentando custos assistenciais

Quantified (lógica): cada reinternação hospitalar evitável por falha de plano de cuidados pode acrescentar R$1.000–R$4.000 em custos de diárias hospitalares e transporte, além de perda de 5–10 dias de faturamento de home care (R$2.000–R$12.000 de receita potencial não auferida), por paciente/episódio.

Risco jurídico e indenizações por negativa indevida ou interrupção de home care por falhas na documentação do plano de cuidados

Quantified (lógica com base em jurisprudência típica): R$20.000–R$100.000 por ação judicial envolvendo home care, somando custeio do tratamento domiciliar por meses (R$3.000–R$10.000/mês) mais danos morais de R$5.000–R$30.000, em casos de negativa ou interrupção indevida respaldada por documentação assistencial insuficiente.

Perda de Clientes por Demora em Autorização

R$5.000-15.000 por cliente perdido; 20% churn rate em intake

Serviços Não Faturados por Falha em Autorização

R$300-800 por visita não faturada; 5% unbilled services

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