Atraso no recebimento por demora na elaboração e atualização do plano de cuidados exigido para autorização de home care
Definition
A regulamentação da atenção domiciliar no SUS enfatiza a necessidade de avaliação detalhada, plano assistencial e acompanhamento contínuo, com documentação formal.[6][9] A RN 465/2021 da ANS exige que a internação domiciliar oferecida em substituição à hospitalar atenda às exigências da ANVISA e às coberturas equivalentes à internação hospitalar, o que, na prática, leva operadoras a pedir relatórios médicos e planos de cuidados completos para autorizar e manter o serviço.[1] Em muitos serviços, o fluxo é: médico faz avaliação, enfermeiro organiza o plano, equipe administrativa monta dossiê para operadora, que então analisa e libera a autorização. Cada iteração manual (ajustes solicitados pela operadora, correções de campos, anexação de documentos faltantes) pode somar dias sem autorização formal. Em contratos em que a diária de home care é remunerada somente a partir da autorização, cada dia de atraso representa perda de R$400–R$1.200 em receita por paciente; atrasos de 3–5 dias por nova autorização ou renovação, ocorrendo 2–3 vezes ao ano por paciente elegível, geram facilmente de R$2.400 a R$18.000/ano em receita postergada ou perdida em uma carteira pequena de 10 pacientes de alta complexidade (estimativa lógica com base em diárias típicas).
Key Findings
- Financial Impact: Quantified (lógica): atraso de 3–5 dias de autorização por ciclo, em diárias de R$400–R$1.200, gera R$1.200–R$6.000 de receita atrasada por paciente/ano; em 10 pacientes, R$12.000–R$60.000/ano de time-to-cash drag causado por documentação manual do plano de cuidados.
- Frequency: Recorrente, a cada solicitação inicial ou renovação de home care junto a operadoras e gestores públicos.
- Root Cause: Processo manual de elaboração de planos de cuidado a partir de anotações soltas; ausência de modelos padronizados por operadora; falta de sistema que já consolide dados clínicos e gere relatórios em formato aceito; comunicação fragmentada entre médico, enfermagem e setor administrativo.
Why This Matters
The Pitch: Prestadores de home care no Brasil 🇧🇷 perdem de 10 a 20 dias de faturamento por paciente ao ano por atrasos na preparação de laudos e planos de cuidado exigidos para autorizações. Automação de coleta de dados, geração de relatórios padrão ANS/operadora e alertas de renovação reduz o tempo para início e renovação de home care em vários dias por ciclo.
Affected Stakeholders
Médicos prescritores, Enfermeiros responsáveis pelo plano de cuidados, Equipe de autorização/relacionamento com operadoras, Coordenação de home care
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Financial Impact
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Current Workarounds
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Methodology & Sources
Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.
Related Business Risks
Perda de faturamento por prescrição médica incompleta ou não registrada no plano de cuidados
Glosas de operadoras por divergência entre relatório médico, plano de cuidados e cobrança de home care
Reinternações e complicações por falhas no plano de cuidados domiciliares aumentando custos assistenciais
Risco jurídico e indenizações por negativa indevida ou interrupção de home care por falhas na documentação do plano de cuidados
Perda de Clientes por Demora em Autorização
Serviços Não Faturados por Falha em Autorização
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