🇧🇷Brazil

Perda de faturamento por serviços realizados sem autorização formal ou fora do escopo autorizado

4 verified sources

Definition

Durante internações e cirurgias, é comum que médicos solicitem procedimentos adicionais (exames, materiais, OPME, diárias extras) não contemplados explicitamente na autorização prévia original. Em muitos hospitais, não existe um mecanismo automático que exija a extensão ou atualização da autorização antes da execução; o serviço é realizado por necessidade clínica, mas depois é glosado pela operadora por falta de cobertura autorizada. Parte desses itens não é cobrada por falta de controle (serviço não lançado) e outra parte é glosada na auditoria médica do plano. Em auditorias de receita hospitalar, é frequente identificar itens lançados como ‘consumo interno’ ou ‘cortesia’ por não haver autorização, mesmo em casos em que seria possível pleitear extensão. Benchmarks de revenue cycle management em saúde indicam que perdas por subfaturamento, erros de lançamento e falta de autorização podem somar de 1% a 3% da receita bruta hospitalar; é razoável atribuir de 0,5% a 2% especificamente a falhas na gestão do escopo de autorização. Em um hospital com receita anual de R$ 240 milhões, isso representa de R$ 1,2 milhão a R$ 4,8 milhões/ano de receita potencialmente recuperável.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified (lógico com base em percentuais de receita): perda de 0,5% a 2% da receita hospitalar por serviços relacionados a falhas de autorização prévia (fora de escopo ou sem senha). Exemplo: hospital com R$ 20 milhões/mês de receita tem perda estimada entre R$ 100 mil e R$ 400 mil/mês (R$ 1,2 milhão a R$ 4,8 milhões/ano).
  • Frequency: Constante, especialmente em internações de alta complexidade e longas permanências, onde há alterações frequentes de plano terapêutico.
  • Root Cause: Ausência de integração entre o prontuário clínico e o módulo de autorização/faturamento para travar a realização de serviços fora do escopo; falta de alertas em tempo real para necessidade de extensão de autorização; desconhecimento das regras contratuais por parte da equipe assistencial; registros manuais e pouco estruturados de senhas e escopos autorizados; ausência de auditoria concorrente robusta.

Why This Matters

The Pitch: Hospitais no Brasil 🇧🇷 deixam de faturar de 0,5% a 2% da receita por procedimentos e diárias não autorizados ou fora do escopo de autorização prévia. Automação de controle de escopo autorizado versus realizado, com alertas em tempo real, reduz esse vazamento de receita e protege margens.

Affected Stakeholders

Diretor financeiro, Gestor de faturamento e contas médicas, Auditor médico do hospital, Coordenador de enfermagem, Médicos assistentes e cirurgiões

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Glosas e atrasos de pagamento por falhas na autorização prévia

Quantified (lógico com base em padrões de mercado): glosas administrativas ligadas a autorização prévia em torno de 1% a 4% do faturamento hospitalar de planos de saúde (dentro de um total de 3% a 10% de glosas). Exemplo: hospital com R$ 20 milhões/mês em contas para planos pode perder R$ 200 mil a R$ 800 mil/mês em glosas relacionadas a autorização prévia, das quais ~30% (R$ 60 mil a R$ 240 mil/mês) tendem a virar perda definitiva. Além disso, cada conta glosada consome 15–30 minutos de trabalho de faturamento, podendo significar 200–400 horas/mês em hospitais de grande porte.

Perda de capacidade e cancelamentos por demora na autorização prévia

Quantified (lógico com base em padrões de capacidade): se um centro cirúrgico com receita média de R$ 15 mil por sala/dia perde 10% de capacidade por cancelamentos e atrasos de autorização prévia, isso equivale a R$ 1,5 mil/dia por sala. Em um hospital com 6 salas operando 25 dias/mês, a perda potencial chega a ~R$ 225 mil/mês. Em diagnóstico por imagem, um equipamento de ressonância magnética faturando R$ 3 mil por exame, com 10 exames/dia, que perde 1 exame/dia por falhas no fluxo de autorização (10% de perda) deixa de faturar cerca de R$ 60 mil/mês por máquina.

Retrabalho administrativo e horas extras no processo de autorização prévia

Quantified (lógico com base em horas e custo de pessoal): retrabalho de 5–10 minutos por autorização, em um volume de 10.000 autorizações/mês, gera ~833–1.666 horas/mês. A R$ 25/hora, o custo varia de R$ 20.825 a R$ 41.650/mês (R$ 249.900 a R$ 499.800/ano) em um hospital de médio porte; em redes com múltiplas unidades, o valor escala proporcionalmente.

Perdas por Inacurácia no Estoque de Medicamentos

R$ impact on budget from high-consumption medicine discrepancies; 80% reduction in high-divergence errors post-automation[1]

Atraso no Recebimento de Pagamentos de Planos de Pagamento de Pacientes

Up to 40% lost revenue increase opportunity in small/medium hospitals due to inefficient financial modules[1]

Perda de Receita por Erros em Cobrança de Pacientes

Sistemas de gestão podem gerar aumento de receitas em até 40% em hospitais de pequeno e médio porte[1]

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