🇧🇷Brazil

Sobrecarga de equipe de recepção por agendamento manual e retrabalho

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Definition

Soluções nacionais para oftalmologia enfatizam "agendamento eficiente" e "eliminar tarefas manuais" como promessa central, inclusive com frases como "sua clínica no piloto automático".[3][8] Sistemas oferecem agendamentos automáticos via WhatsApp, aplicativos próprios de agendamento e lembretes automáticos.[2][5][8] Em clínicas que não utilizam esses recursos, cada marcação/remarcação/confirmacão pode demandar de 3 a 5 minutos de atendimento telefônico. Em um consultório com 50 consultas/dia (1.000/mês), se cada paciente gera em média 1,5 contato telefônico (marcação + uma alteração/dúvida) de 4 minutos, isso totaliza 6.000 minutos/mês (100 horas). Considerando custo total (salário + encargos) de R$20/hora, isso equivale a R$2.000/mês de mão de obra alocada majoritariamente em tarefas que poderiam ser automatizadas, ou necessidade de contratar 0,5–1 FTE extra de recepção.

Key Findings

  • Financial Impact: Quantified: 60–100 horas/mês de trabalho de recepção dedicadas a tarefas manuais de agendamento (≈R$1.200–R$2.000/mês em custo de pessoal, ou R$14.400–R$24.000/ano por unidade).
  • Frequency: Diária, proporcional ao volume de pacientes agendados.
  • Root Cause: Ausência de autoagendamento online; não utilização de confirmações automáticas por WhatsApp/SMS; processos de remarcação que exigem contato telefônico; falta de integração entre agenda e comunicação com o paciente.

Why This Matters

The Pitch: Clínicas oftalmológicas no Brasil 🇧🇷 desperdiçam 40–80 horas de trabalho de recepção por mês em tarefas manuais de agendamento. Automação de agendamento, confirmação e lembretes pode economizar R$2.000–R$6.000/mês por unidade.

Affected Stakeholders

Recepcionistas, Coordenadores administrativos, Gestores de clínicas, Sócios médicos

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Faltas e cancelamentos de consultas gerando agenda ociosa

Quantified: 1–3 horários ociosos por dia por médico devido a faltas não confirmadas ≈ R$5.000–R$18.000/ano por médico em receita não realizada (cenário conservador).

Perda de vendas por falta de agendamento online e recaptura de pacientes

Quantified: perda potencial de 10–30 consultas/mês por unidade (R$200/consulta) ≈ R$24.000–R$72.000/ano em receita não capturada por ausência de agendamento online e recall estruturado.

Receitas não faturadas por falhas no fluxo entre agendamento e faturamento (TISS/convênios)

Quantified: 1–3% do faturamento de convênios oftalmológicos não realizado ou glosado por falhas no fluxo entre agendamento, registro e faturamento TISS; em uma clínica de R$300.000/mês, isso significa R$3.000–R$9.000/mês (R$36.000–R$108.000/ano).

Perda de pacientes recorrentes por falta de processos de recall

Quantified: churn silencioso de 10–30% da base ativa sem recall estruturado; em uma base de 5.000 pacientes, perda potencial de R$75.000–R$375.000/ano em retornos não agendados, dos quais ao menos R$30.000–R$75.000 são recuperáveis com automação.

Erros de alocação de capacidade por falta de dados de agenda e recall

Quantified: 5–15% de capacidade médica mal alocada; em 16 horas/semana de atendimento por médico (≈64h/mês), 5–10 horas ociosas ou em horário inadequado podem representar R$1.000–R$4.000/mês de custo ou receita não otimizada, ou R$12.000–R$48.000/ano.

Erros de Precificação e Etiquetagem

R$50-R$200 por venda errada; 5-10% de margem perdida

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