🇧🇷Brazil

Perda de receita por glosas não contestadas ou recursos indeferidos

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Definition

Em contratos com operadoras, qualquer divergência de cobrança (glosa administrativa, técnica ou por autorização) reduz diretamente a receita de internações e procedimentos. Estudos e consultorias de gestão hospitalar no Brasil frequentemente reportam taxas de glosa entre 3% e 10% do faturamento com planos de saúde, das quais parte relevante não é recuperada por ausência de contestação tempestiva, documentação incompleta ou desconhecimento das regras contratuais. Em um hospital de médio porte com faturamento de R$ 150 milhões/ano em saúde suplementar, 3% de glosa representa R$ 4,5 milhões/ano; se apenas metade é efetivamente contestada e recuperada, há perda lógica na ordem de R$ 2 milhões/ano por deficiência de gestão de negativas e recursos. Como a ANS estabelece prazos de envio de produção, revisão e contestação, fluxos manuais (planilhas, e-mails, arquivamento físico de contas) levam facilmente à perda de prazos e à aceitação tácita de glosas. Sistemas fragmentados entre faturamento, autorização e contas médicas também geram cobranças inconsistentes com o contrato e facilitam a manutenção da glosa pela operadora em fase recursal.

Key Findings

  • Financial Impact: Tipicamente 2%–5% da receita de planos de saúde em glosas não recuperadas; em um hospital com R$ 150 milhões/ano de faturamento em saúde suplementar, isso equivale a cerca de R$ 3 milhões–R$ 7,5 milhões/ano em perda de receita.
  • Frequency: Mensal, atrelado ao ciclo de faturamento e cobrança com operadoras.
  • Root Cause: Processos manuais de conferência de contas e glosas; ausência de motor de regras contratuais; falta de integração entre autorização, prontuário e faturamento; desconhecimento dos prazos recursais definidos em contrato e pela ANS; baixa padronização na elaboração de recursos técnicos.

Why This Matters

The Pitch: Hospitais no Brasil 🇧🇷 desperdiçam facilmente de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões/ano em glosas não recuperadas por falhas no processo de gestão de autorizações, análise de glosas e recursos. Automação da captura de negativa, checagem de regras contratuais e geração de recursos técnicos reduz a perda recorrente de receita.

Affected Stakeholders

Diretor financeiro, Gestor de faturamento hospitalar, Coordenador de contas médicas e glosas, Médico auditor, Analista de contas médicas

Deep Analysis (Premium)

Financial Impact

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Current Workarounds

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Methodology & Sources

Data collected via OSINT from regulatory filings, industry audits, and verified case studies.

Evidence Sources:

Related Business Risks

Atraso no recebimento por demora na análise de negativas e reenvio de contas

Capital de giro imobilizado equivalente a 0,5–1 mês de faturamento com planos de saúde; em um hospital que fatura R$ 30 milhões/mês, isso representa cerca de R$ 15 milhões parados e custo financeiro anual aproximado de R$ 1,5–R$ 2 milhões (juros e oportunidade).

Custo excessivo de mão de obra na análise manual de glosas e recursos

Custo de pessoal em análise de glosas e recursos frequentemente na faixa de R$ 500 mil a R$ 3 milhões/ano em hospitais médios e grandes; potencial de redução de 30%–50% (R$ 150 mil–R$ 1,5 milhão/ano) via automação.

Retrabalho e perda de valor por recursos de glosa mal instruídos

Tipicamente 20%–30% do valor potencialmente recuperável em glosas se perde por recursos mal instruídos; em R$ 10 milhões/ano de glosas, isso corresponde a cerca de R$ 2 milhões–R$ 3 milhões/ano de receita não recuperada.

Perda de capacidade analítica por ausência de indicadores de glosa e recursos

Desperdício de 20%–40% das horas da equipe de glosas; em 12.000 horas/ano a R$ 60/hora, cerca de R$ 144 mil–R$ 288 mil/ano em capacidade analítica improdutiva, mais perda de recuperação potencial de glosas de alto valor (frequentemente >R$ 1 milhão/ano).

Erros estratégicos em contratos com operadoras por falta de dados de glosas e recursos

Perda de 1–2 pontos percentuais de margem em contratos com operadoras por não atacar glosas estruturais; em R$ 200 milhões/ano de faturamento em saúde suplementar, isso equivale a cerca de R$ 2 milhões–R$ 4 milhões/ano.

Perdas por Inacurácia no Estoque de Medicamentos

R$ impact on budget from high-consumption medicine discrepancies; 80% reduction in high-divergence errors post-automation[1]

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